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Origem de 5 gestos populares

Diariamente usamos diversos gestos com diferentes sinais, como o infame dedo médio ou o soquinho, sem nunca termos parado para pensar na origem dos mesmos. Pensando nisso, Scott Ganz, do site Mental_Floss, reuniu uma interessante lista de gestos, explicando como eles se tornaram populares e nós selecionamos cinco para você conferir. Confira:

1 - O Infame

Mostrar o dedo médio em sinal de desagrado é um costume da época da Roma Antiga, quando os romanos usavam o digitus impudicus (algo como dedo indecente) para espantar o mau olhado. Para os antigos romanos, o dedo médio estendido trazia semelhança com o membro sexual masculino e, era exibido toda vez que alguém sentia que estava sendo encarado maliciosamente. Isso porque os romanos acreditavam que podiam se proteger de maldições e pragas mostrando seu "pênis manual".

2 - O Soquinho

Surgiu com os boxeadores dos anos 70, que batiam com as luvas para se cumprimentar antes do início das lutas. Depois de um tempo, os jogadores de basquete adotaram o costume e substituíram o aperto de mãos pelo soquinho, para preservar o carbonato de magnésio nas palmas, usado para melhorar a aderência com a bola. Não demorou até que os fãs de basquete começassem a usar o mesmo cumprimento, e a saudação acabou ficando famosa no mundo inteiro.

3 - O "V"

Em muitos países, mostrar os dedos formando um "V" simboliza a vitória e a paz, costume que surgiu durante a Segunda Guerra Mundial, graças a Victor de Laveleye, um político Belga, que fugiu de seu país para a Inglaterra para escapar da ocupação nazista. Laveleye trabalhou para a BBC, e começou a sugerir que os ouvintes dos territórios ocupados usassem a letra “V” como sinal de resistência, já que significava vitória e liberdade. Laveleye acreditava que o gesto poderia desmoralizar os soldados alemães. O gesto popularizou-se nos países aliados, e se tornou um sinal de encorajamento e paz.

4. Sinal de positivo

Acredita-se que este gesto nasceu na época dos combates entre gladiadores na Roma Antiga, quando a plateia escolhia com o sinal de positivo se o combatente poderia viver. Mas isto não é verdade. Não se sabe ao certo se essa é a história original, e existem outras teorias. Na Inglaterra era comum o uso dos polegares para se fazer negócios: as duas pessoas envolvidas molhavam o dedo, levantavam a mão e apertavam um polegar contra o outro. É possível que esta seja também a origem deste gesto, usado como uma ideia de aprovação.

5 - Continência 

A famosa saudação militar surgiu a partir do simples gesto de tirar o chapéu como demonstração de respeito. De acordo com Scott, sua origem remonta da conduta seguida pelos militares britânicos do século 18, que deveriam remover seus chapéus na presença de superiores. Entretanto, com a passagem do tempo os uniformes britânicos foram se tornando menos práticos — especialmente se considerarmos aqueles chapéus de pelo de urso da “Coldstream Guards” —, e o ato de remover o acessório da cabeça foi sendo substituído pelo simples toque — e daí ele acabou evoluindo para a continência que conhecemos hoje em dia.


BÔNUS: Cruzar os Dedos

Antigamente, cruzar os dedos para desejar boa sorte precisava de duas pessoas: uma para fazer o pedido, e outra para apoiar o pedido. Os dois dedos cruzados simbolizavam unidade e força, e era utilizado também para espantar bruxas. Além desse significado, cruzar os dedos também é usado para anular uma promessa ou algo que você diz. Neste caso, os dedos cruzados deixam um espaço que a pessoa pretende usar como forma de explorar a falsa promessa.

Igualdade de gêneros foi vantajosa para as primeiras sociedades

De acordo com um estudo realizado por pesquisadores da University College London, existe alta probabilidade de que nossas primeiras sociedades tenham sido regidas por princípios de igualdade de gênero, e de que isso tenha representado uma grande vantagem de sobrevivência.

A diferença de gênero começou a partir da sedentarização das sociedades. Podemos dizer que apenas com o surgimento da agricultura, quando as pessoas começaram a acumular recursos, a desigualdade emergiu. O estudo partiu de dados genealógicos de duas populações contemporâneas de caçadores-coletores, uma no Congo e uma nas Filipinas, obtidas por meio de centenas de entrevistas.

Nos dois casos, as pessoas são monogâmicas e tendem a viver em grupos de cerca de vinte pessoas, mudando-se a cada dez dias, e subsistindo de caça, pesca e colheita de fritas, verduras e mel. Homens e mulheres se dividem no cuidado das crianças, e ambos contribuem com a mesma quantidade de calorias, em média.

Quando apenas os homens decidem quem irá viver junto com eles, o núcleo da comunidade se torna uma rede de homens próximos, como irmãos, por exemplo, com suas esposas em posições periféricas. Já se homens e mulheres decidem igualmente, você não tem grupos de quatro ou cinco irmãos vivendo junto. Em resumo: quando mulheres estão em pé de igualdade com os homens, as redes tendem a ser mais amplas e mais colaborativas, com mais indivíduos sem quaisquer laços genéticos entre eles.

A igualdade foi uma vantagem evolutiva para as primeiras sociedades. Isso porque ela proporciona maior variabilidade de parceiros para se escolher, com menos possibilidade de consanguinidade. Além disso, com maior abertura para pessoas sem laços sanguíneos, aumenta a possibilidade de trocas culturais e tecnológicas que podem ajudar na sobrevivência.

A possível volta da Pangeia!?

 Pangeia:   A palavra origina-se do fato de todos os continentes estarem juntos (pan do grego = todo inteiro, e gea = terra, Pangeia = Toda terra), em uma faixa de terra única. Que descrita pela deriva continental, existiu há 200 milhões de anos, durante a era Paleozoica, porém, há relatos também de 540 milhões de anos.
  
   Milhões de anos se passaram até que a Pangeia se fragmentou, dando origem a dois mega continentes: Laurásia e Gondwana. Esta separação ocorreu lentamente e se desenvolveu deslocando sobre um subsolo oceânico de basalto. Após esse processo, esses dois mega continentes deram origem à configuração atual dos continentes que conhecemos.




  No início do século XX, foi o meteorologista alemão Alfred Wegener que levantou essa hipótese que criou uma grande polêmica entre a classe científica da época. Segundo ele, os continentes não tinham a configuração atual, pois existia somente uma massa continental, ou seja, não estavam separadas as Américas da África e da Oceania. E essa massa continental era envolvida por um único Oceano, chamado de Panta lassa.
  Para conceber tal teoria, Wegener tomou como ponto de partida o contorno da costa americana com a da África, que visualmente possui um encaixe quase que perfeito. No entanto, somente esse fato não fundamentou sua hipótese científica.
  
   Outra descoberta importante para fundamentar sua teoria foi a comparação de fósseis encontrados na região brasileira e na África, ele constatou que tais animais eram incapazes de atravessar o Oceano Atlântico, assim concluiu que os animais teriam vivido nos mesmos ambientes em tempos remotos.

Mesmo após todas as informações contidas na hipótese, a teoria não foi aceita, foi ridicularizada pela classe científica. Sua hipótese foi confirmada somente entre 1940 e 1960, após 30 anos da morte de Wegener , tornando-se a mais aceita. 
  
   Porém, se acham que Pangeia existiu e existirá só uma vez estão enganados. Pois como sabemos, a Terra gira sem parar, e, conforme sua movimentação, ocorre um pequeno deslocamento das faixas de terra e novamente, (isso depois de uns mil anos), teremos Pangeia, e será um possível desastre! Primeiro pelos conflitos que surgirão com a reorganização do Mapa Múndi, segundo, pelas guerras atuais e outras intrigas internas entre continentes e países por religião, política e espaço geográfico, e terceiro, por que já imaginou como seria ter várias culturas juntas? Línguas estrangeiras sendo usadas na cidade ou estado vizinho? Pois é! Comece a pensar nisso, pode ser que vire uma realidade!

  


Um título de boa inspiração sobre isto seria : " A volta de Pangeia."

Onde surgiu e o que representa a Fênix?

Ela surgiu no Egito antigo, representando a imortalidade e os ciclos da natureza. A fênix era conhecida como Bennu, pelos egípcios. Segundo o mito, a concepção de uma fênix ocorria quando um exemplar sentia que ia morrer. A fênix montava um ninho com incenso e outras ervas aromáticas para ser incinerada pelos raios do Sol. A partir do corpo de sua mãe, uma nova fênix surgia com a capacidade de viver o mesmo tempo da genitora.

A jovem fênix, após adquirir certo vigor físico, realiza um ritual funerário em homenagem à sua mãe. Ela constrói um ovo de mirra, onde deposita os restos mortais de seu genitor. Depois disso, vai ao templo do Deus Sol, na cidade egípcia de Heliópolis, onde deposita o ovo por ela construído. Para os egípcios, a fênix também representava a alma de Rá, o deus Sol.

Outras narrativas apresentam uma versão distinta, segundo a qual a fênix, à beira da morte, se dirigia a Heliópolis, aterrissava no altar solar e então ardia em chamas. Depois de um período ainda não definido precisamente, ela retorna à vida, simbolizando assim os ciclos naturais de morte e renascimento, a continuidade da existência após a morte.

Segundo algumas narrativas, essa ave poderia viver quinhentos anos, enquanto outras afirmam que o pássaro poderia viver até 97 mil anos. E durante todo esse período só existiria uma única fênix, por isso ela também simbolizava grandes ciclos da natureza. 


Para os povos antigos, a fênix simbolizava o Sol, que ao final de cada tarde se incendeia e morre, renascendo a cada manhã. Diante da perspectiva da morte, ela era considerada como um símbolo de esperança, de persistência e de transformação de tudo que existe, um sinal da vitória da vida e da inexistência da morte como ela é concebida pela civilização ocidental.

Os romanos viam na ave uma metáfora para o caráter imortal e intocável do Império Romano e chegaram a estampá-la em algumas de suas moedas. Com o surgimento do cristianismo, a fênix passou a representar a ideia de ressurreição e de vida após a morte.

Diversos escritores se referiram à Fênix, tanto na Antiguidade quanto nos dias atuais, entre eles Hesíodo, Heródoto, Ovídio, Voltaire, Rabelais e J.K. Rowling - autora da saga Harry Potter.

O Verdadeiro Velho Oeste

O chamado Velho Oeste era uma ampla área que ficava à esquerda do rio Mississipi e hoje se divide em 22 estados. Texas, Kansas, Novo México, Oklahoma, Califórnia Missouri e Colorado eram os estados onde corriam mais duelos


A vida no Velho Oeste era muito mais pacífica do que é mostrada nos filmes. Entre 1850 e 1890, essa região dos Estados Unidos era repleta de pequenas cidades, centros de comércio com lojas para abastecer rancheiros e agricultores. Os saloons ofereciam bebidas, jogos (dados ou pôquer), mulheres e divertimento. Boa parte dos famosos duelos vistos nos filmes ocorria exatamente nos saloons do Velho Oeste, mas eram muito mais raros do que se imagina. Os duelos ocorriam, em geral, por três motivos: mulheres, dívidas ou trapaças no jogo, geralmente estimulados por bebedeiras. O ano recordista em duelos foi 1878, quando só no Texas e no Kansas aconteceram 36 confrontos, causando cerca de 50 mortes. Para comparar, apenas no segundo trimestre de 2004 foram assassinadas mais de 2 300 pessoas no estado de São Paulo!

Havia cidades com atividades ligadas a gado e ferrovias que já tinham uma história de violência e atraíam jogadores, vaqueiros, prostitutas, trapaceiros e aventureiros em geral, numa mistura volátil. Mas eram exceção. Apesar disso, chamaram a atenção da mídia e foram glamourizadas. Outra ideia hollywoodiana equivocada é a de pistoleiros se enfrentando em hora e local marcados. Os raros duelos que ocorriam eram no calor de uma discussão e envolviam rivais muito próximos uns dos outros. O uso de facas era tão comum quanto o de revólveres. E, quando dois pistoleiros se enfrentavam, não importava qual era o mais rápido e sim quem tinha melhor pontaria.



A arma preferida do Velho Oeste era o revólver Colt 45, que tinha o apelido de Peacemaker ("Fazedor da Paz"). Mas, para atingir alvos distantes, usavam-se os rifles de repetição. O mais famoso era o Winchester New Model of 1873, ou Winchester 73 — que até virou nome de filme de faroeste. Esse rifle era eficiente até uma distância de 150 metros.

Como o Colt 45 não tinha trava de segurança para evitar disparos acidentais, os pistoleiros inventaram algo curioso. Eles deixavam uma das seis câmaras do tambor da arma sem bala, para evitar acidentes, e ainda enfiavam nela uma nota de 5 dólares enrolada.  Acionar o Colt 45 exigia uma técnica especial. Antes de apertar o gatilho, era preciso engatilhar a arma, puxando para trás o "cão" —(pequena peça acima da coronha). Para ganhar agilidade na hora do duelo de vida ou morte, alguns pistoleiros atiravam acionando direto o cão da arma em vez do gatilho.



Chamado de "o último pistoleiro", John Wesley Hardin era um matador de pontaria certeira. Ele ficou preso entre 1878 e 1894, tentou se "endireitar", mas teve uma recaída. Em agosto de 1895, em El Paso, no Texas, após discutir com o policial John Selman, ambos teriam sacado as armas e trocado tiros. O pistoleiro teria morrido atingido na cabeça

O Tio Sam existiu realmente?

Existiu. Ele se chamava Samuel Wilson e tinha o apelido de Uncle (tio) Sam. Tio Sam era um comerciante que fornecia carne para o exército dos Estados Unidos. Como as embalagens vinham com as iniciais U.S. (United States), os soldados diziam que as letras significavam "Uncle Sam". A brincadeira se espalhou e o governo aproveitou para fazer uma caricatura do personagem, que passou a representar os Estados Unidos. Tio Sam ganhou fama internacional na Primeira Guerra Mundial, quando foi criado o célebre cartaz com a frase I Want You, chamando os jovens para se alistar. Em 1961, o Congresso americano oficializou a expressão Tio Sam como símbolo nacional.

Conheça quatro das mulheres mais poderosas da história

Pensando no dia da mulher, nós do Centro da Galáxia decidimos fazer esta postagem falando sobre algumas das mulheres mais poderosas da História, como uma forma de homenagear nossas mulheres neste dia tão especial.

1. Hatshepsut
Hatshepsut foi a faraó que permaneceu durante mais tempo no poder entre todas as mulheres que reinaram no Antigo Egito. Após a morte de seu marido e meio-irmão Tutmés II, Hatshepsut ficou reinando sozinha de 1479 a. C. até 1458 a.C., ano em que morreu.

Hatshepsut é considerada uma das mais poderosas e bem-sucedidas monarcas do Antigo Egito, já que o país viveu um período de prosperidade e tranquilidade sob o seu comando. A rainha ordenou a construção de inúmeros templos e edifícios, conseguiu restabelecer redes comerciais que haviam sido interrompidas por invasores, e liderou campanhas militares de sucesso pela Núbia, Síria e Levante.


2. Isabel de Castela
Isabel, a Católica, é conhecida como uma das rainhas mais polêmicas da História e também foi uma das mais poderosas. Isabel — junto de seu marido, o Rei Fernando de Aragão — reunificou a Espanha após mais de 7 séculos de dominação árabe, além de ter "patrocinado" as viagens de Cristóvão Colombo ao ocidente.

O apoio de Isabel serviu de base para que a Espanha construísse seu império colonial e se tornasse uma potência mundial dos séculos XVI ao XVIII. Foi, também, extremamente controversa, pois, ao acreditar que seu seus súditos deviam se converter ao catolicismo, Isabel deu início à Inquisição Espanhola.


3. Elizabeth I
Elizabeth I, entre seus principais feitos, nunca se casou para não ter que dividir seu reino com nenhum monarca estrangeiro, estabeleceu o protestantismo no país, venceu a Armada Espanhola, e aprendeu vários idiomas para não depender de diplomatas e correr o risco de ser traída. Durante o seu reinado (1558 — 1603), Elizabeth trouxe a Renascença à Inglaterra e, sendo uma mulher muito educada e intelectual, transformou sua corte em um verdadeiro centro para músicos, poetas, escritores e estudiosos.


4. Catarina II
Nascida como princesa na Alemanha, após se casar com o herdeiro do trono russo — Pedro III — e armar uma conspiração para depô-lo, Catarina se tornou imperatriz da Rússia e reinou de 1762 a 1796. A monarca reformou o governo, promoveu a modernização e ocidentalização do país, e expandiu as fronteiras de seu império. Sob o comando de Catarina, o Império Russo chegou a ocupar parte da Ásia, Europa e Norte América, se espalhando do Oceano Ártico (ao norte) ao Mar Negro (ao sul), passando pelo Alasca e Pacífico (ao leste), e pelo Mar Báltico (a oeste).

O Cavalo de Troia realmente existiu?

Não se sabe ao certo, mas é provável que não. Evidências sobre a existência da cidade de Tróia e sobre uma guerra entre ela e os gregos até já foram encontradas, mas sobre o lendário cavalo, nada. Entretanto, essa história é tão boa que conquistou até Hollywood: no filme Troia, o equino mitológico divide as atenções com o astro Brad Pitt. O artifício grego de construir um enorme cavalo de madeira, recheá-lo de soldados e abandoná-lo diante das muralhas de Troia é descrito em detalhes no poema épico Eneida, do poeta Virgílio. Ele conta como os gregos, fingindo abandonar a guerra, retiraram-se para uma ilha próxima, deixando o cavalo como oferenda a Atena, deusa protetora de Troia. Os troianos acolheram o presente e, durante a noite, os guerreiros que estavam dentro dele abriram as portas da cidade para a entrada do exército grego, que massacrou os rivais. Outros relatos sobre essa fantástica história são atribuídos ao poeta Homero, mas a própria existência do escritor como personagem histórico é incerta. Se o cavalo de fato existiu, deve ter sido construído por volta do ano 1250 a.C., quando teria ocorrido a famosa guerra, no litoral oeste da atual Turquia. "Vários sítios da atual costa turca foram destruídos entre os séculos 12 e 13 a.C. Ou seja, os poemas reduzem a uma cidade acontecimentos que abalaram toda a região na época", diz a historiadora Maria Cristina Kormikiaria, da Universidade de São Paulo (USP). Real ou não, o Cavalo de Troia teve um papel fundamental. "Ele foi um símbolo de guerra importante para os gregos. Há quem se refira a ele como o primeiro tanque de guerra da humanidade", diz outra historiadora, Margarida Maria de Carvalho, da Unesp de Franca (SP).


Fonte: Mundo Estranho

Quem foram os Illuminati?

"Eles vivem no mundo moderno. Estão na presidência de bancos, em restaurantes de clubes e campos de golfe. É o seu grande momento." As palavras do personagem Robert Langdon no romance Anjos e Demônios resumem o mito dos Illuminati: poderosos que comandam o mundo dos bastidores. Ficção à parte, eles realmente existiram e conspiraram, mas sumiram sem realizar seus planos.

Illuminati (plural de illuminatus, "aquele que é iluminado") é a denominação de diversos grupos, históricos, modernos, reais ou fictícios. Mas comumente o termo "Illuminati" tem sido empregado Illuminati da Baviera, uma sociedade secreta fundada em 1º de maio de 1776 no Reino da Bavária (atual Alemanha). Nos tempos modernos, é usado para se referir a uma suposta organização conspiratória que controlaria os assuntos dos vários Estados secretamente, normalmente como versão moderna ou como continuação dos referidos Illuminati bávaros, como sinônimo e cérebro por trás dos acontecimentos que levarão ao estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial.

Coruja de Minerva - símbolo da sociedade 
A NWO (New World Order ou Nova Ordem Mundial, em português) seria um governo global, que tem autoridade sobre todo o mundo. Várias pessoas acreditam que um dos objetivos dessa nova ordem mundial e dos Illuminati seria manter a população mundial abaixo dos 500 milhões de habitantes. Isso significa que muitas pessoas teriam que ser eliminadas.

Só que o Príncipe Karl Theodor em 1785 baniu o grupo e exilou seus líderes, acabando com os Illuminati. Com seu fim surgiu a tese de que eles apenas fingiram sair de cena, na verdade se infiltrando em todos os governos e em outras sociedades (como a Maçonaria, Skull and Bones e o Clube de Bildeberg) para manter seus segredos a salvo e formar um Estado único, a Nova Ordem Mundial. Mas não passa de teoria da conspiração - ao menos, é o que eles querem que você acredite.

Entre os Illuminatis havia também muitos maçons e o seu sistema hierárquico era bastante similar aos graus adotados pela Maçonaria. A caça às sociedades secretas fez com que o grupo – que tinha cerca de 2 mil pessoas – se fragmentasse e brigas internas levaram ao fim dos Illuminati em 1788. Entretanto, o ideal permaneceria registrado na história.

A existência dos Illuminati talvez seja um dos mistérios mais populares da atualidade. Eles de fato existem? Não é possível afirmar. Entretanto, duvidar da existência deles é exatamente o que eles esperam, podendo com isso se aproveitar da nossa fraqueza.

O ideal Illuminati teria sobrevivido aos últimos séculos e chegado intacto aos nossos dias atuais ou o que existe hoje é apenas uma ilusão criada por alguns conspiradores? A escolha de acreditar ou não na existência deles é sua.

7 Invenções do Antigo Egito que são usadas atualmente

Claro que a maioria das coisas foi aperfeiçoada, como você vai ver na lista; mas esse pequeno detalhe não tira a glória desses precursores, que tinham uma criatividade incomparável, cujos frutos, até hoje, estão presentes em nosso cotidiano. Confira a seleção e veja alguns desses inventos que muita gente usa:

1. Maquiagem para os olhos
Os antigos egípcios foram os precursores da maquiagem para os olhos, especificamente do delineador. Conforme estudiosos, esse tipo de maquiagem surgiu por volta de 3 mil anos antes de Cristo e não saiu mais da moda. A diferença é que o pigmento usado por esse povo era feito a base de óleos, galena, fuligem de carvão e minério de malaquita, se quisessem dar um tom verde à pasta.


Essa mistura foi chamada de Kohl ou kajal, como é mais conhecida. A substância servia como proteção para os olhos dos egípcios, uma vez que estavam sempre expostos à poeira e à agressividade do sol da região.


2. Calendário

Os egípcios não podiam mais viver sem conseguir prever as épocas de enchente do Rio Nilo, já que isso significava a perda das plantações e, consequentemente, falta de alimento para a população. Foi por isso que eles se organizaram e, depois de muito estudo, separaram o ano em agrupamentos de três estações, sendo que cada uma delas contava com 4 meses e esses, por sua vez, com 30 dias.


O ano, então, no calendário da época somava 360 dias. Só depois os egípcios passaram a acrescentar mais 5 dias no calendário, que eram encaixados entre as temporadas de colheita e de inundação e que foram reservados como feriados, para que o povo homenageasse seus deuses.


3. Balas de menta

Segundo os historiadores, os egípcios costumavam ter muitos problemas relacionados às gengivas e aos dentes, uma vez que as pedras usadas para moer a farinha usada em pães, por exemplo, acabavam sendo consumidas em meio aos alimentos. Isso, em consequência, desgastava os dentes até expor seu interior e deixava as pessoas mais propensas a infecções.

Foi então que eles descobriram que uma mistura de incenso, mirra, canela e mel poderia ser moldada em pelotas e depois ajudarem no combate ao odor podre das bocas. Além disso, era uma coisa que as pessoas poderiam levar para qualquer lugar e usar sempre que necessário.


4. Boliche

Claro que o esporte naquela época era um pouco diferente do que conhecemos agora. Isso porque, ao invés de tentar acertar os pinos, os egípcios tinha por objetivo acertar a bola em um buraco central, ao final de cada pista. Os demais concorrentes, por sua vez, se colocavam em lados diferentes e tentavam rolar as bolas de tamanhos variados nesse lugar. Era válido ainda tentar acertar a bola do oponente a fim de desviá-la do curso certo.


5. Barbeador

Em nome da higiene pessoal e do combate aos odores do corpo, os egípcios, literalmente, declaravam guerra aos cabelos e pelos do corpo. Eles se barbeavam com frequência e mantinham as cabeças quase sempre raspadas, mesmo no caso das mulheres.

Muitos sacerdotes da época aliás, se depilavam completamente de 3 em 3 dias, a fim de livrar todas as partes do corpo dos pelos indesejados, que além de esteticamente feios para a época, eram sinal de pobreza e de sofrimento, já que o calor da região era muito forte. Para isso, aliás, eles inventaram um instrumento feito com lâminas de pedras afiadas, fixadas em cabos de madeira, como se fossem navalhas ou um protótipo dos barbeadores atuais. Mais tarde o material dessas lâminas foi sendo substituído pelo cobre.


Mas o que mais intriga nessa situação é que, em festividades, as pessoas – especialmente a nobreza – usavam perucas feitas com cabelos naturais. Era também comum o uso de barbas postiças nesses momentos.

6. Arado
Claro que as versões mais antigas dos arados não eram tão eficientes quanto as atuais, mas o fato é que já representavam um avanço sem tamanho. Isso porque, como apontam especialistas, esses objetos nasceram a partir da modificação de ferramentas manuais que eram usadas.


Por volta de 2 mil a.C., outra modernização nesse tipo de instrumento voltou a aparecer: os arados começaram a ser puxados por bois, aliviando o serviço pesado feito pelos trabalhadores. As primeiras versões desses objetos eram presas aos chifres dos animais, mas interferiam no rendimento e atrapalhavam a respiração. No entanto, surgiu um outro modelo, preso aos bichos por correias, que se mostraram muito mais eficazes.


7. Escova e pasta de dentes

Mais uma prova da preocupação que esse povo tinha com a higiene pessoal foi a invenção do que hoje conhecemos como creme dental ou pasta de dentes. Além disso, juntamente com os babilônios, os egípcios tiveram a ideia de fazer as primeiras escovas de dente, com pontas desfiadas de galhos de madeira.


As pastas de dente, então, surgiram para melhorar ainda mais a limpeza dos dentes e consistiam em uma mistura feita com pó de cascos de boi, cinzas, cascas de ovos queimados e pedra-pomes. Claro que o sabor do negócio era terrível, especialmente pela quantidade de substâncias abrasivas; mas depois de um tempo eles aprimoraram a invenção, colocando hortelã, flores secas de íris e grãos de pimenta.


Fonte: Fatos Desconhecidos

Einstein era um péssimo aluno? MENTIRA

Na verdade, ele era o melhor aluno da classe em matemática. O mito provavelmente deve-se ao fato de que, após 1896, último ano no qual o jovem prodígio frequentou a escola, a escala de notas foi invertida e 1, que era considerada a nota mais alta, passou a ser a nota mais baixa. Ao analisarem os boletins de Einstein, talvez as pessoas não tenham se dado conta da mudança e tomaram as notas pela escala antiga.

Adolf Hitler, pintor?

Antes mesmo de ter provocado a morte de milhões de pessoas e de estar perto de destruir o mundo ocidental como o conhecemos, Adolf Hitler era, pintor ,sem sucesso e visivelmente pouco talentoso. Foi rejeitado duas vezes pela Academia de Belas Artes, essa mesma para qual desejava entrar devido à sua “inaptidão para a pintura”

É difícil acreditar que um homem que instigou a ascensão da Alemanha nazista e nomeou a si mesmo o supremo comandante das forças armadas e presidente do país, antes disso desenhava e pintava flores, edifícios, paisagens, ETC. Tudo que ele desenhou nas telas e considerava belo foi destruído por suas futuras ações.

Quais instrumentos de guerra foram projetados por Da Vinci?

Um Gênio, Leonardo da Vinci, entre outras invenções Bélicas criou várias engenhocas estratégicas quanto de ataque, tanto de defesa


ATAQUE
Canhão Giratório


Leonardo pensou em uma estrutura para fugir do simples canhão de rodinhas. Eram 16 bocas de fogo de artilharia, estrutura fortificada e capaz de girar e disparar em várias direções. Mas....O Protótipo não saiu do papel, já que na época era impossível fazer com que a estrutura tão pesada fosse firme e dinâmica ao mesmo tempo

Metralhadora
Com 12 canos de disparo, foi projetada para ser leve e capaz de atirar várias balas ao mesmo tempo
A ideia se concretizou com Hiram Maxim (1884)

Bombas fragmentadas.
Da Vinci aprimorou as balas de canhão. Quando postas, as bombas liberavam fragmentos menores, afiados e de alta velocidade que atingia todas as direções,ampliando o campo de destruição
*O artefato foi usado na segunda guerra mundial, pelos alemães  nazistas.

TRANSPORTE
Tanque de guerra
Convinha em construir um veículo armado capaz de mover-se e garantir a proteção de quem a compunha. 
A Maquina motorizada teria canos de canhão ao ser redor. O que acontece é que, Da Vinci desistiu do projeto, deixando-o só no papel
*Durante a primeira guerra mundial William Tritton e Walter Wilson Criavam o Mark 1, o primeiro Tanque

Helicóptero:

Idealizando uma especie de para fuso aéreo Helicoidal da Vinci deu origem as hélices. A Invensão teria de ser operada por quatro pessoas, mas acredita-se que ela nunca saiu do chão.

O Submarino também fez parte das inversões de Da Vinci, mas só foi construído em 1776, pelo Norte-Americano David Bushnell



ESTRUTURAS
Ponte Invasora 
Além de ser segura, era móvel. Esse modelo de ponte, com sua estrutura de proteção, permitia que os soldados invadissem cidades e outros sem serem atingidos.

Muralha de proteção

Quando as escadas se apoiassem nos muros, soldados escondidos moviam os mesmos para derrubar os inimigos e dificultar o acesso ao castelo





Egito: entenda mais

Sem dúvida alguma, a história do Egito é uma das mais fascinantes já escritas. Lendas, mitos e realidade se fundem em uma imensidão de fatos, contados ao longo dos milênios. Contaremos a vós, caros leitores, um pouco da história deste grandioso império. 


Antigo Império (c. 2686-2181 a.C.):
No Antigo Império Egípcio, o primeiro faraó foi Menés, responsável pela unificação dos pequenos reinos do Alto(sul) e do Baixo(norte) Egito, sendo o chefe político e o representando do deus na Terra.
Históricamente, costuma-se agrupar o Antigo Império da III até a VI dinastias egípcias.
Duas capitais eram conhecidas, Mênfis e Tanis.
O Antigo Império Egípcio foi caracterizado pela paz e prosperidade, com a construção de grandes obras arquitetônicas que fascinam o mundo até hoje, como é o caso das Grandes Pirâmides do Egipto.
O faraó detinha o poder político e religioso, também era considerado o Juiz Supremo e o próprio Hórus.
Neste período os faraós mais famosos foram Quéops, Quéfrem e Miquerinos, que construíram as famosas Pirâmides do Egito, levando cada uma delas seus nomes.

Médio Império (c. 2040-1782 a.C.):
O Médio Império Egípcio foi caracterizado pelo imperialismo, quando uma nova dinastia tomou o poder, isto com o apoio do clero da cidade de Tebas.
Historicamente, costuma-se agrupar o Antigo Império da XI até a XIII dinastias egípcias.
Neste período Tebas tornou-se a capital do Egito, sua ampliação propiciou um grande desenvolvimento econômico.
Os egípcios conheceram a prosperidade com a construção de canais de irrigação que melhoraram a produtividade agrícola. Também neste período o comércio teve grande desenvolvimento.
Toda a riqueza gerada levou os egípcios a tentar expandir suas fronteiras e dominar outros povos. Neste contexto surgiram os Hicsos, povo de origem semita, que penetraram no Egito e o conquistaram.
Esta conquista do Egito feita pelos Hicsos só foi possível em virtude deste povo dominar a confecção e uso de armas de ferro e também os cavalos durante os combates, sendo estes dois fatores, inovações tecnológicas bastante avançadas para a época.
Com o domínio dos Hicsos no Egito, outros povos se estabeleceram no vale do Rio Nilo, entre eles os Hebreus, que com o passar do tempo foram escravizados pelos egípcios.

Novo Império (c. 1570-1069 a.C.):
A característica mais marcante do Novo Império Egípcio foi o imperialismo militar. Amosis expulsou os hicsos e fortaleceu o poder do faraó.
Historicamente, costuma-se agrupar o Antigo Império da XVIII até a XX dinastias egípcias.
O Novo Império do Egito foi um período de grande expansão, onde ricas regiões de estanho e cobre foram conquistadas, templos como Luxor, Karnac, Deir el Bahari foram construídos. 
Os faraós mais conhecidos dessa fase foram Tutmosis III, Ramsés II, Tutancâmon, Amenófis IV.