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Confira 15 Cosplays Incríveis


1 - Yuno Gasai


2 - Kratos

3 - Lord Voldemort

4 - Scorpion

5 - Cassie Cage

6 - Chun Li

7 - Coringa

8 - Dark Link

9 - Duke Nukem

10 - Equipe Rocket

11 - Hancock

12 - Jack Sparrow

13 - Jessica Rabbit

14 - Capitão América

15 - Exterminador do Futuro


Pedra-papel-tesoura-lagarto-Spock

Muitos de nós já jogaram pedra-papel-tesoura como forma de selecionar para algo, como quem vai ser o player 1 ou quem vai fechar no esconde-esconde momento nostálgico, e acabou tendo de repetir várias e várias vezes por ter acabado em empate.

Pensando nisso, Sam Kass e Karen Bryla inventaram o pedra-papel-tesoura-lagarto-Spock, que é uma expansão do clássico pedra-papel-tesoura, atuando sob o mesmo princípio básico. No entanto, essa "evolução" inclui outras duas armas adicionais: o lagarto (formado pela mão igual a uma boca de fantoche) e Spock (formada pela saudação dos vulcanos em Star Trek). Isso reduz as chances de uma rodada terminar em um empate.

O jogo foi mencionado em quatro episódios da série norte americana The Big Bang Theory. De acordo com uma entrevista com Kass, os produtores da série não pediram permissão para usar o jogo, mas, mais tarde, ele foi referenciado em um episódio da quinta temporada.


As regras de Pedra-papel-tesoura-lagarto-Spock são:

Tesoura corta papel
Papel cobre pedra
Pedra esmaga lagarto
Lagarto envenena Spock
Spock esmaga (ou derrete) tesoura
Tesoura decapita lagarto
Lagarto come papel
Papel refuta Spock
Spock vaporiza pedra
Pedra quebra tesoura

Segundo estudo, Heavy Metal pode nos deixar mais calmos

Metaleiros, uni-vos! E por uma boa causa: segundo um estudo conduzido pela Universidade de Queensland, na Austrália, ouvir heavy metal pode acalmar seus ânimos.


Contrário ao conceito popular de que o estilo musical é sinônimo de agressividade e violência, o grupo que conduziu a pesquisa suporta a teoria de que músicas extremas se equiparam ao sentimento de raiva e ajudam a processá-lo. Esse resultado foi obtido através de testes feitos com 39 fãs de gêneros tidos como extremos. Segundo o estudo, esse tipo de som estimula sentimentos positivos e regula a tristeza – isso porque os fãs do estilo mais pesado gostam de ouvir músicas que estejam relacionadas com a raiva que sentem.

As pessoas testadas passaram por uma sessão de "indução à raiva" que durou 16 minutos, falando sobre tópicos que podiam trazer o sentimento à tona, como relacionamentos, dinheiro ou trabalho. Depois, passaram 10 minutos ouvindo as músicas que gostavam e permaneceram 10 minutos em silêncio. Os pesquisadores descobriram que a música pesada reduziu os níveis de irritabilidade, hostilidade e estresse dessas pessoas, além de mudar o nível de inspiração dessas pessoas.

O estilo musical, segundo os pesquisadores, ajudou os participantes a explorar toda a gama de emoções que sentiam, enquanto os deixava mais ativos e inspirados. No entanto, por ter sido conduzido em um ambiente controlado, seria necessário fazer os mesmos testes em um ambiente onde as reações aconteçam de forma mais natural para garantir a completa efetividade.

De qualquer forma, o resultado de que o heavy metal, ao contrário do que muita gente acredita, não te deixa mais nervoso permanece válido. 

Felizes, sim ou claro?

O E.T. era um guerreiro Jedi?

Como assim o E.T. poderia ser um guerreiro Jedi? Bem, sabemos que mentes criativas e com muito tempo de sobra acabam gerando histórias malucas, mas que nem por isso deixam de ser interessantes e divertidas. Um exemplo disso é a que você vai ter o prazer de conferir nesta postagem.

Não se sabe muito bem quem foi o gênio que teve o vislumbre mágico de perceber que, aparentemente, o alienígena simpático de “E.T., O Extraterrestre” e o Mestre Yoda de “Guerra nas Estrelas” provavelmente se conheciam. E mais: o prodígio que inventou a teoria inclusive faz uma revelação bombástica sobre um dos alienígenas mais queridos de todos os tempos! Confira:

Como todos sabemos, o Mestre Yoda era uma figura simpática e marcante, carimbada na Câmara do Senado e conhecida por todos da Galáxia.

Talvez você não se recorde ou nem tenha percebido, mas em “Star Wars Episódio II: Ataque dos Clones”, seres que parecem ser da mesma espécie que o E.T. aparecem em uma das cenas na Câmara do Senado. Portanto, isso nos permite presumir que essas criaturinhas conhecem o Mestre. 

No filme “E.T., O Extraterrestre”, como você sabe, um desses seres vem à Terra e se torna amigo de um garotinho chamado Elliot. E, curiosamente, Elliot brincava com figuras em miniatura de “Star Wars”.

Aliás, em uma das cenas do filme, E.T. cruza com um garotinho fantasiado de Yoda para o Halloween e reconhece o Mestre na hora!

E. T., tal como podemos ver ao longo do filme — e em uma das cenas mais marcantes do cinema —, tem a capacidade de fazer com que brinquedos e outros objetos possam voar. Com isso, é seguro supor que E.T. use a Força para fazer isso.

Todos esses indícios, apresentados pela mente criativa-barra-brilhante que inventou esta teoria, nos levam a concluir que E.T. era, na verdade, um Jedi! 

Mas o que você, leitor, pensa sobre isso tudo? Será que George Lucas e Steven Spielberg estão envolvidos com essa história? Será que os dois são de uma galáxia muito, muito distante? Qual é a sua teoria? Não deixe de contar para a gente!

May the Force be with you.

Descubra como nasceram os sabres de luz

No vídeo acima, The Birth of the Lightsaber, temos a resposta. As lutas foram tiradas de épicos e filmes de piratas da década de 40 e, para a "ópera espacial", era necessário criar uma arma original. A primeira ideia era usar sabres normais, mas Lucas queria um elemento tecnológico e adicionou os efeitos especiais. Já a luta envolve bastante honra e habilidade, como nas artes marciais orientais. E, por serem pesados e cheios de energia, pedem o uso de duas mãos, especialmente em jedis iniciantes. A ideia é que ele fosse uma arma mais defensiva do que de ataque, mas os filmes mais novos descartam isso.

Os primeiros sabres criados para "Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança" eram giratórios e cobertos com uma fita adesiva brilhante, refletindo a luz. Mas esse material quebrava facilmente e, após muitas tentativas, Lucas optou por bastões simples que refletiam bastante luz. Em certas cenas, uma lâmina falsa e pequena era usada antes da inclusão dos efeitos especiais. Em outras, não havia nada, e tudo dependia da imaginação do ator.



A criação dos efeitos sonoros que hoje são inconfundíveis foi quase sem querer. O técnico de som Ben Burtt conta que esse foi o primeiro áudio original criado para o filme. Baseado em artes conceituais, ele achou o som perfeito para o movimento ao observar um ruído emitido pelos projetores de filmes. Os demais efeitos do sabre saíram do arquivo do designer, que só precisou fazer alguns retoques para criar o som "musical, de certa forma".

Esse vídeo foi exibido pela primeira vez em um box lançado em 2004 com versões remasterizadas da trilogia clássica – mas só dez anos depois que ele foi postado oficialmente na internet.

Como ninguém percebe que Clark Kent é o Super-Homem?


A dúvida existe faz muito tempo: como Clark Kent não é reconhecido se a única coisa que o separa do Super-Homem é apenas um par de óculos (e o uso das cuecas por dentro da calça)?

Para acabar com a curiosidade dos leitores, os próprios quadrinhos trouxeram a resposta – um pouco enrolada e fantasiosa, é verdade, mas estamos falando de uma história de ficção. Se você é fã do Homem de Aço, já deve saber disso, afinal, tudo foi solucionado na revista Adventures of Superman #330, lançada em 1939 nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, a mesma publicação foi às bancas com o número #15. Confira a resposta nas páginas abaixo!




5 Diferenças entre o Thor da mitologia e da Marvel

É fato que as adaptações não costumam ser fiéis às obras originais, especialmente quando estas obras apresentam um conteúdo "pesado", que causaria processos e prisões caso fosse publicado. Talvez você fique chocado ao saber que Stan Lee e Jack Kirby não fizeram um trabalho preciso ao trazer o deus nórdico Thor e sua mitologia às histórias em quadrinhos. Se o fizessem, teriam sido presos, porque mitos nórdicos estão cheios de assassinatos, mutilações e sexo estranho, a maioria dos quais ainda não seria publicável hoje em dia. Confira algumas diferenças entre o Thor da Marvel e o deus mitológico:

1- Thor
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Vamos começar pelo próprio deus. O Thor da Marvel é, muitas vezes, um cara loiro, sem barba, com modo de falar shakespeariano. O Thor original tinha o cabelo vermelho, barba e vibrava em batalhas ao ponto de que o Thor da Marvel poderia tê-lo como um supervilão. O Thor nórdico precisava de luvas mágicas pra fazer o Mjonir voar de volta pra ele e um cinto especial pra usar o martelo em seu pleno poder, enquanto o da Marvel usou o cinto no universo alternativo Ultimate e nunca usou luvas. O Thor original não pode voar, exceto com o uso da sua carruagem puxada pelos bodes Toothgnasher e Toothgrinder – estes aparecem nos quadrinhos ocasionalmente. Enquanto o Thor da Marvel tem suas afeições pela humana Jane Foster, na mitologia nórdica ele se casa com a deusa Sif. E, obviamente, Thor nunca foi punido por Odin e obrigado a andar na terra como o médico manco Donald Blake.


2- Loki
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Enquanto a versão da Marvel do deus da trapaça é maligno de forma definitiva na maioria das vezes, na mitologia nórdica, ele era, na verdade, apenas um deus da trapaça, às vezes pregando peças em seus companheiros deuses, às vezes insultando-os, mas muitas vezes ajudando-os – geralmente dos problemas que ele próprio causou. Na mitologia nórdica, Loki deu à luz a muitos deuses e monstros bizarros, incluindo Hela, a deusa da morte, o dragão Jörmungandr e o cavalo de oito patas de Odin, Sleipnir. Enquanto os quadrinhos da Marvel reconheceram que estes são a progênie de Odin, eles tentam não mencioná-los muitas vezes. O mais importante, embora a versão nórdica de Odin tenha encontrado Loki como um bebê – depois de matar seu pai gigante -, Odin nunca o adotou… embora Thor e Loki se considerassem irmãos de sangue.


3- Baldur
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Baldur era o deus da luz, felicidade, beleza e de todas essas coisas boas, enquanto o Baldur dos quadrinhos da Marvel é uma versão menor, de cabeça quente e menos poderosa do Thor. Em ambos os cenários, todos os deuses amam Baldur – todos, exceto Loki, que na mitologia nórdica odiava o cara. Contudo, a mãe de Baldur desejou que tudo o que existe não pudesse prejudicar seu filho, mas ela esqueceu de pedir por visco, porque isso não faria sentido. Daí, Loki fez um cara chamado Hodr acertar Baldur com um dardo de visco, matando o deus. Quando Odin pediu Hel pra deixar Baldur voltar à vida, ela concordou, desde que todos os seres vivos gritassem por ele. Todos gritaram… Exceto uma velha que não se importava, porque Baldur não tinha feito nenhum favor a ela. Aquela mulher era Loki disfarçado, porque Loki realmente odiava Baldur. De qualquer forma, nos quadrinhos, Loki realiza o mesmo assassinato, mas Baldur é ressuscitado com sucesso.

4- Sif
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A Sif dos quadrinhos é uma guerreira durona apaixonada por Thor. Já a Sif original é muito mais tradicional: era a esposa de Thor e a deusa da colheita, e não era chegada a enfrentar vilões. Ela era famosa por seus longos cabelos loiros, até uma brincadeira de Loki cortá-los, momento em que ela estava tão triste que as plantações não cresceram. Seu marido Thor espancou Loki até que ele concordou em fazer a coisa certa e pediu aos anões pra forjarem um pouco de cabelo novo. Porque isso faz todo sentido, é claro.

5- Odin
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Odin, amante da paz, sábio, pai de Thor e pai adotivo de Loki, tenta governar Asgard com justiça e paz nas histórias em quadrinhos. O Odin original era um deus da guerra, que não ligava para justiça, lei ou paz. Odin ama a guerra, diferente do Anthony Hopkins, que expulsa Thor apenas por uma briga com os gigantes de gelo. Além disso, o Odin original não era um deus pra ser amado, mas temido – ele era inconstante e cruel. Odin trocou um de seus olhos por magia, conhecimento e poder. O Odin da Marvel trocou por um poder vago, mas maciço, chamado Odinforce, que ele pode usar pra fazer praticamente qualquer coisa que um escritor queira, mas que também precisa ser recarregado enquanto o deus hiberna – não coincidentemente, gerando a oportunidade perfeita pro malvado Loki dos quadrinhos agendar a maioria dos seus regimes.


Além disso, uma vez que até os deuses nórdicos são todos babacas, não é surpreendente que Stan Lee tenha criado heróis e vilões novos. No lado dos heróis, os três guerreiros – Fandril, Hogun e Volstagg -, no lado dos vilões, Encantor, Skurge, Malekith, o Destruidor, Kurse e vários outros personagens são 100% originais da Marvel.

The Breakfast Club

Postagem sugerida por: Bruno Francesco

The Breakfast Club (Clube dos Cinco) é um filme estadunidense produzido em 1985, redigido e dirigido por John Hughes. The Breakfast Club é considerado um dos maiores filmes do ensino médio de todos os tempos, e uma das obras mais memoráveis ​​e reconhecível de Hughes. 

O filme aborda um dia na vida de cinco adolescentes que, por terem se comportado mal na escola, ficam detidos nesta, um sábado inteiro;
Claire Standish - Matou aula pra ir ao shopping.
Brian Johnson - Um sinalizador explodiu no armário dele.
Josh Bender  - Vandalismo
Andrew Clark - Praticou bullying contra um colega.
Allison Reynolds - Não tinha nada melhor pra fazer.

Apesar de muito diferentes, eles acabam se conhecendo melhor. Uma ideia simples e ao mesmo tempo brilhante. A prova de que uma boa história, para ser contada, não precisa de milhões de efeitos especiais ou cenários caríssimos.

A pedido dos colegas, Brian escreve o texto pedido pelo Sr. Vernon, mas em vez de escrever sobre o tema real (o que cada um pensava sobre si mesmo), ele escreve uma carta muito motivadora que é, em essência, o ponto principal da história. Ele assina o ensaio como "The Breakfast Club" e deixa na mesa para que o Sr. Vernon lesse quando eles saíssem da detenção.


O filme pode ser entendido como uma crítica aos rótulos que criamos para as pessoas, e o modo como podemos achar impensável a socialização de cada grupo com o outro. Somos escravos de tais rótulos e grupos, nos impedimos de andar com certas pessoas e de agir como gostaríamos apenas porque tais indivíduos e atitudes não são pertencentes ao determinado grupo que nos impomos. Assim como deixamos de ver as pessoas como elas realmente são, apenas porque as julgamos antecipadamente com determinados ideais impostos a nós (e, muitas vezes, POR nós).

The Breakfast Club é divertido, é triste, e nos faz pensar sobre questões que costumamos ignorar e/ou aceitar como verdades absolutas e inquestionáveis. Quando foi que deixamos de ver o quão complexos e maravilhosos somos realmente, e passamos a ser apenas aquilo que a sociedade nos impôs? Ou será que somos realmente aquilo que os outros pensam de nós?


Curiosidades sobre o filme
  • O roteiro do filme foi escrito em apenas dois dias por John Hughes: 4 a 5 de julho de 1982.
  • A mãe e a irmã mais moça de Anthony Michael Hall (Brian Johnson) na vida real fizeram os papéis de mãe e irmã do personagem do ator.
  • No final do filme, Brian Johnson é buscado na escola pelo seu pai, interpretado por John Hughes, o diretor do filme.
  • A cena em que os personagens sentam em círculo no chão da biblioteca e contam as razões de seu castigo, não tinha falas no roteiro e o diretor autorizou os atores que falasse o que quisessem.
  • Uma paródia do filme foi feita na série Victorious: foi criado um episódio onde Tori e seus amigos ficavam na detenção da escola num sábado, e aprontavam loucas aventuras. O episódio foi exibido nos EUA no dia 28 de janeiro de 2012 e alcançou 3,9 milhões de telespectadores.
  • O filme tem um 90% de aprovação do site Rotten Tomatoes, com base em 42 comentários, com uma pontuação média de 7.5/10. O consenso crítico é que The Breakfast Club possui um olhar quente, perspicaz, e muito engraçado sobre a vida interna dos adolescentes. A revisão do site Metacritic deu ao filme uma média de 62% com base em 11 opiniões dos críticos.
  • Em 2008, o filme foi escolhido pela revista Empire como um dos 500 melhores filmes de todos os tempos. Do mesmo modo, o The New York Times o colocou como o seu melhor filme na lista 1000 Movies Ever. O filme também é número 1 no ranking da revista Entertainment Weekly sobre os 50 melhores filmes High School.


Caro Sr. Vernon,

Aceitamos ficar um sábado inteiro na detenção pelo o que nós fizemos de errado, mas achamos uma besteira o senhor mandar a gente escrever um texto sobre nós mesmos. Você nos enxerga como você deseja nos enxergar. Em termos mais simples e com as definições mais convenientes.

Mas o que descobrimos é que cada um de nós é um cérebro, um atleta, um caso perdido, uma princesa e um criminoso. Isso responde a sua pergunta?

Atenciosamente, Clube dos Cinco.

10 Fantásticas salas de cinema

Nesta lista trazemos 10 opções fantásticas que todos os cinéfilos de plantão gostariam de visitar. Por mais que os filmes sejam idênticos ao que você vê nas salas de qualquer shopping, a experiência de estar nesses locais é o principal atrativo. Caso vá a algum dos países abaixo, anote essas sugestões e não deixe de conferir esses cinemas únicos:

The Orange Cinema Club, Beijing

The Crest Theater, Los Angeles

Newport Ultra Cinema, Newport City

Movie Theater em Paris

The Fox Theater, Oakland

Grauman’s Chinese Theater, Los Angeles

Cinema City, Jerusalém, Israel

Hot Tube Cinema, Londres

Orinda Theater, Califórnia

Sci-fi Dine-in Theater, Disney Hollywood Studios


Bônus:
Olympia Theater, Grécia


E então, leitores, o que acharam dessas salas de cinema? Gostariam de conhecer? Comentem!

Star Wars: Episode VIII ganha data; primeiro spin-off tem título e atriz


Anúncios foram feitos pelo CEO da Disney, Bob Iger, sobre Star Wars: Episode VIII e o primeiro spin-off da saga, intitulado Rogue One. O Episódio VIII ficou confirmado para 26 de maio de 2017, enquanto Rogue One teve sua primeira atriz divulgada, Felicity Jones, e também sua data de estreia revelada: 16 de dezembro de 2016.

Rian Johnson vai roteirizar e dirigir o Episódio VIII da saga Star Wars, que mostrará a continuação dos eventos apresentados em Episódio VII - O Despertar da Força. A data de lançamento escolhida — 26 de maio de 2017 — marca exatos 40 anos e um dia da estreia do primeiro Guerra nas Estrelas em 1977, nos Estados Unidos.

O primeiro spin-off da saga, intitulado Rogue One, fará parte de uma série de aventuras cinematográficas que exploram personagens e eventos que vão além da história principal deStar Wars.

Rogue One vai ser dirigido por Gareth Edwards e roteirizado por Chris Weitz. A primeira atriz confirmada no elenco é Felicity Jones, indicada ao Oscar por sua atuação em A Teoria de Tudo. A produção-executiva ficará a cargo de John Knoll, que atua nos efeitos visuais da franquia desde o primeiro filme, Simon Emanuel e Jason McGatlin, com Kathleen Kennedy e Tony To servindo como produtores, e John Swartz como coprodutor.

Rogue One começa a ser filmado na metade deste ano em Londres, com lançamento marcado para 16 de dezembro de 2016.

Quais os álbuns mais vendidos da história da música?

Quando você pensa em música de sucesso, o quê – exatamente – você imagina? Canções da moda, como as cantadas por Justin Bieber; ou em músicas pop, do estilo Madonna?

É claro que esses estilos musicais têm um público fiel e espalhado por várias partes do mundo, mas nem de longe eles compõem os álbuns musicais mais vendidos de todos os tempos. Aliás, para acabar logo com o suspense, fique sabendo que a maioria desses sucessos eternos estão em álbuns de Rock’n’Roll.

Claro que na lista dos mais vendidos da história estão alguns álbuns com músicas melosas, como as que foram temas de filmes românticos; e de algumas bandas que viraram febre no final dos anos 90. Mas, como você verá, essas são exceções.

Confira a lista abaixo e descubra quais os álbuns que estão, ainda hoje, entre o Top 10 de vendas de todos os tempos:

10. Saturday Night Fever- Bee Gees: Mais de 40 milhões de cópias.
9. Millennium – Backstreet Boys: Mais de 40,5 milhões de cópias.
8. Trilha sonora do filme Dirty Dancing: Mais de 42 milhões de cópias.
7. Their Greatest Hits – Eagles: Mais de 42,5 milhões de cópias.
6. Bat Out of Hell –  Meat Loaf: Mais 43 milhões de cópias.
5. The Bodyguard – Whitney Houston: Mais de 45 milhões de cópias.
4. Bad – Michael Jackson: Mais de 45,5 milhões de cópias.
3. Back in Black – AC/DC: Mais de 49 milhões de cópias.
2. The Dark Side of the Moon – Pink Floyd: 50 milhões de cópias.
1. Thriller – Michael Jackson: 65 milhões de cópias.

5 Deliciosas comidas e bebidas da ficção

As delícias do universo de Harry Potter
Ler os sete livros é uma tortura para quem está com fome. Toda hora (especialmente nos seis primeiros), os personagens participam de banquetes, passam por Hogsmeade e se acabam de comer nos jantares de Hogwarts. E nós somos tentados com sapos de chocolate, feijõezinhos de todos os sabores (ok, nem todos são deliciosos), cerveja amanteigada, suco de abóbora e um monte de comidas e bebidas que não encontramos em qualquer esquina - mas que, majoritariamente, acabaram chegando ao mercado com o sucesso da franquia.

A cerveja Duff de Os Simpsons
Quem nunca quis tomar um gole da cerveja imortalizada por Homer Simpson? A cerveja preferida do Homer chegou ao mercado e virou febre quando começou a aparecer nos bares do Brasil.

Hambúrguer de siri do Bob Esponja
Ok, não é como se não fosse possível alguém ter vendido por aí um hambúrguer de carne de siri antes da existência do desenho. Mas foi a atração animada e a lanchonete do Seu Siriguejo, certamente, que aumentaram o fetiche pela iguaria, especialmente entre as crianças.

Quase tudo de A Fantástica Fábrica de Chocolate
A Fantástica Fábrica de Chocolate - galeria comida
Assistir com fome, ou fazendo dieta, às cenas do filme que se passam dentro da fábrica é uma tortura. Muitos dos produtos exóticos de Willy Wonka acabaram ganhando as ruas ao longo dos anos. Mas a versão real do “Everlasting Gobstopper”, claro, não é eterno, como o nome diz, e itens como chicletes que valem por três refeições não têm muitas chances de chegar às prateleiras.

Drink energético de Star Trek
Star Trek - galeria comida
Eis mais um belo exemplo de universo quem vem completo com toda uma variedade alimentícia própria. A cerveja energética feita pelos alienígenas Romulanos é um dos produtos que chegou ao mercado da vida real, ganhando o nome de Romulan Ale Energy Drink e carregando a mesma cor azul da ficção.