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A Ciência do beijo

Beijar é estranho. Vamos confessar: nós adoramos, mas se pensarmos bem você está colocando sua boca aberta na boca de outra pessoa, trocando líquidos corporais e bactérias... Parece muito estranho mesmo, não é? Isto indica que deve existir um bom motivo para fazermos isto.

De acordo com pesquisadores de diversas áreas existem muitas boas razões para beijar muito!


Os lábios de humanos são únicos no mundo animal. Eles são expostos (evertidos) para chamar a atenção de parceiros, pois para beijar precisamos de duas pessoas. Um estudo mostrou que 8 em cada 10 mulheres passam batom na cor vermelha e parece que os homens são atraídos por isso. Macacos também chamam atenção com algo parecido, porém, os lábios que eles observam ficam mais embaixo. Evolucionistas propõe que os lábios de humanos surgiram por causa da nova posição bípede que o ser humano arrumou e os lábios ficaram parecidos como as vaginas das fêmeas de nossos ancestrais. A observação sobre a fertilidade entre os humanos começou a ser feita cara a cara.

O beijo dispara uma reação incrível em nosso cérebro e músculos. Cinco dos 12 nervos cranianos são ativados e mais de uma dúzia de músculos trabalham conjuntamente para que um bom beijo aconteça. Um destes músculos, por exemplo, é o mesmo músculo que usamos quando ainda somos um bebê mamando no peito de nossas mães. A amamentação é um momento especial para o ser humano, pois o ato de mamar cria conexões entre mãe e filhos através do hormônio ocitocina.


A memória do uso deste músculo resgata os caminhos para a liberação deste hormônio relacionado com a criação de laços afetivos, portanto o beijo tem um papel muito importante psicologicamente falando e demonstra como a amamentação pode ser o primeiro indício sobre como o beijo surge como um gesto cultural presente em todos os grupos humanos do planeta.

Além disso, o olfato também tem um papel importante durante o beijo. Ao juntar os rostos para dar aquele beijo, nossos narizes se aproximam da outra pessoa e sentimos seus cheiros e também recebemos alguns químicos que apesar de indistinguíveis são bem particulares de acordo com os indivíduos (os feromônios).

O hálito também é importante porque ele indica a situação de saúde da pessoa beijada. Em muitas culturas, o beijo é registrado como primeiramente uma experiência olfativa, como o beijo de esquimó.


Para se ter uma ideia de que o beijo é tão importante, basta observar que os neurônios relacionados com a sensação da área dos lábios é incrivelmente maior que os neurônios do córtex somatosensorial relacionados com as genitálias.

Ainda sobre as experiências do beijo em nosso cérebro, o primeiro deles traz para o nosso corpo uma avalanche de novidades. Há um grande influxo de dopamina para o cérebro no mesmo caminho que algumas drogas estimulantes fazem. Ou seja, o beijo é com um antidepressivo. A adrenalina e noradrenalina se espalham na corrente sanguínea e seu coração bate mais forte, mandando uma quantidade maior de oxigênio para o cérebro. Além de fazer as pupilas dilatarem, o que pode ser um motivo para fecharmos os olhos enquanto nos beijamos.

Também há uma descarga de endorfina pela hipófise, que leva a um estado de euforia e a sensação de que o tempo passa de forma diferente. Outro benefício do beijo observado por pesquisadores é de que se dado durante vários dias seguidos, ele diminui o produto químico relacionado com o stress, o cortisol.

Portanto, beijar faz muito bem à saúde. Cria laços entre as pessoas e não depende de cor, sexo, religião, classe social ou posição política para deixar alguém mais feliz!


Origem de 5 gestos populares

Diariamente usamos diversos gestos com diferentes sinais, como o infame dedo médio ou o soquinho, sem nunca termos parado para pensar na origem dos mesmos. Pensando nisso, Scott Ganz, do site Mental_Floss, reuniu uma interessante lista de gestos, explicando como eles se tornaram populares e nós selecionamos cinco para você conferir. Confira:

1 - O Infame

Mostrar o dedo médio em sinal de desagrado é um costume da época da Roma Antiga, quando os romanos usavam o digitus impudicus (algo como dedo indecente) para espantar o mau olhado. Para os antigos romanos, o dedo médio estendido trazia semelhança com o membro sexual masculino e, era exibido toda vez que alguém sentia que estava sendo encarado maliciosamente. Isso porque os romanos acreditavam que podiam se proteger de maldições e pragas mostrando seu "pênis manual".

2 - O Soquinho

Surgiu com os boxeadores dos anos 70, que batiam com as luvas para se cumprimentar antes do início das lutas. Depois de um tempo, os jogadores de basquete adotaram o costume e substituíram o aperto de mãos pelo soquinho, para preservar o carbonato de magnésio nas palmas, usado para melhorar a aderência com a bola. Não demorou até que os fãs de basquete começassem a usar o mesmo cumprimento, e a saudação acabou ficando famosa no mundo inteiro.

3 - O "V"

Em muitos países, mostrar os dedos formando um "V" simboliza a vitória e a paz, costume que surgiu durante a Segunda Guerra Mundial, graças a Victor de Laveleye, um político Belga, que fugiu de seu país para a Inglaterra para escapar da ocupação nazista. Laveleye trabalhou para a BBC, e começou a sugerir que os ouvintes dos territórios ocupados usassem a letra “V” como sinal de resistência, já que significava vitória e liberdade. Laveleye acreditava que o gesto poderia desmoralizar os soldados alemães. O gesto popularizou-se nos países aliados, e se tornou um sinal de encorajamento e paz.

4. Sinal de positivo

Acredita-se que este gesto nasceu na época dos combates entre gladiadores na Roma Antiga, quando a plateia escolhia com o sinal de positivo se o combatente poderia viver. Mas isto não é verdade. Não se sabe ao certo se essa é a história original, e existem outras teorias. Na Inglaterra era comum o uso dos polegares para se fazer negócios: as duas pessoas envolvidas molhavam o dedo, levantavam a mão e apertavam um polegar contra o outro. É possível que esta seja também a origem deste gesto, usado como uma ideia de aprovação.

5 - Continência 

A famosa saudação militar surgiu a partir do simples gesto de tirar o chapéu como demonstração de respeito. De acordo com Scott, sua origem remonta da conduta seguida pelos militares britânicos do século 18, que deveriam remover seus chapéus na presença de superiores. Entretanto, com a passagem do tempo os uniformes britânicos foram se tornando menos práticos — especialmente se considerarmos aqueles chapéus de pelo de urso da “Coldstream Guards” —, e o ato de remover o acessório da cabeça foi sendo substituído pelo simples toque — e daí ele acabou evoluindo para a continência que conhecemos hoje em dia.


BÔNUS: Cruzar os Dedos

Antigamente, cruzar os dedos para desejar boa sorte precisava de duas pessoas: uma para fazer o pedido, e outra para apoiar o pedido. Os dois dedos cruzados simbolizavam unidade e força, e era utilizado também para espantar bruxas. Além desse significado, cruzar os dedos também é usado para anular uma promessa ou algo que você diz. Neste caso, os dedos cruzados deixam um espaço que a pessoa pretende usar como forma de explorar a falsa promessa.

As 10 religiões mais bizarras do mundo

9. Igreja de todos os mundos
É uma neo-religião pagã fundada em 1962 por Oberon Zell-Ravenheart e Morning Glory. Evoluiu de um grupo de pessoas que foram em parte, inspirados por outra religião fictícia do mesmo nome, escrito no romance de ficção científica “Estranho em uma terra estranha“, por Robert A. Heinlein, que se referia a uma mitologia ao Deus Pai, reino das Fadas e as divindades de vários panteões. Algumas celebrações e rituais são baseados nos deuses gregos. O fundador criou também a Escola de Magia Grey, inspirada em Hogwarts de Harry Potter.

8. Igreja Movimento de Criatividade

A Igreja Movimento de Criatividade, conhecida anteriormente como Igreja Mundial do Criador, é uma organização que defende os brancos, como se fosse uma religião. A utilização do termo criador, não se refere a uma divindade, como acontece na maioria das religiões, referindo apenas para eles mesmos, os brancos. A Igreja Movimento Criativo é uma religião branco-separatista que foi fundada por Ben Klassen, no início de 1973. Quando o fundados morreu, em 1993, essa igreja quase desapareceu como uma religião, até que Matthew F. Hale, um sacerdote da igreja assumiu o comando, mas foi preso em janeiro de 2003.

7. Thee Temple ov Psychick Youth (T.O.P.Y.)

Conhecida como T.O.P.Y., foi fundada em 1981 por membros do Psychic TV, Coil, Curretn 93 e um número razoável de outros indivíduos. A rede sempre em evolução, é um grupo informal de pessoas federadas operando com uma mistura única de arte coletiva, são praticantes de magia. Eles se dedicam a manifestações de conceitos mágicos, misticismo e adoração aos deuses. O grupo fica concentração em aspectos psíquicos e mágicos do cérebro humano ligado à sexualidade sem culpa.

6. Nação do Senhor

A Nação do Senhor é um grupo Afro-Americano fundado em 1979 em Miami por Hulon Mitchell que atendia pelo nome de Yahweh Ben Yahweh. Seu objetivo é transformar africanos em americanos, a quem ele os vêem como israelitas verdadeiros. Seus seguidores acreditam que o fundador, Yahweh Ben Yahweh, é o filho de Deus. Esse grupo religioso enfrentou enormes problemas por questões jurídicas de seu fundador, sendo a religião acusada de ser um culto de supremacia negra, afirmando ser racista, pois eles acreditam que apenas os negros são os verdadeiros judeus e que os brancos são diabos.

5. Religião de Pessoas com Poderes Cósmicos de Luz

Também conhecida como Pessoas do Universo, é um movimento religioso centrado em torno do tcheco Ivo A. Benda. Seu sistema de crença é baseado na existência de civilizações extraterrestres que se comunicam com o fundador e outros “contracteantes”, desde o ano de 1997, de modo telepático, e mais tarde com contato físico. Segundo o fundador, essas civilizações operam com naves espaciais liderado por Ashtar Sheran, que orbita a Terra. Eles vêem de perto e ajuda os bons e estão apenas aguardando para transportar seus seguidores para uma outra dimensão. Os ensinamentos dessa religião, incluem vários elementos ufológicos, cristianismo (como se Jesus fosse apenas uma fina vibração) e teorias conspiratórias (as forças do mal estão fazendo planos para estraçalhar a população).

4. Igreja do SubGenius

A Igreja do SubGenius é uma religião que promove a folga, satirizando as teorias conspiratórias, as aparições de OVNIS e a cultura popular. A Igreja foi fundada em 1950 por Bob Dobbs. Ele é retratado como uma caricatura de um homem fumando cachimbo. Um evento importante ocorreu na Igreja, em 5 de Julho de 1998, quando eles preveram que neste dia o mundo seria destruído por exércitos de invasores alienígenas conhecidos como X-Istas ( que é abreviação de “Homens do Planeta X”, em inglês), como o evento não aconteceu, seu fundador foi coberto de piche e penas, mas continuou como administrador.

3. Igreja do Movimento Prince Philip

O Movimento do Príncipe Philip é um culto da tribo Yaohnanen no Sul da Ilha de Tanna, em Vanuatu. Eles acreditam que Prince Philip, duqye de Edimburgo, é um ser divino, o filho de um espírito da montanha e irmão de John Frum. De acordo com os contos antigos, o filho viajou sobre o mar para uma terra distante, se casou com uma mulher poderosa e que voltou no tempo. Os aldeões observaram o respeito concedido à rainha Elizabeth II pelas autoridades coloniais e chegaram à conclusão de que seu marido, Prince Philip, era filho de suas lendas. Esse movimento começou em 1950 e as crenças foram reforçadas pela visita oficial do casal a Ilha de Tanna em 1974 quando alguns aldeões tiveram a oportunidade de ver Prince Philip de longe. Ele, sabendo da religião que o tomava como Deus, trocou presentes com os nativos, e até chegou a visitar a tribo.

2. Igreja da Eutanásia
A Igreja da Eutanásia é uma organização política iniciada pelo reverendo Chris Korda, em Boston e Massachusetts. Segundo o site da igreja, é uma fundação sem fins lucrativos dedicada ao ensino e ao restabelecimento do equilíbrio entre os seres humanos e as demais espécies do planeta. Essa religião é notória por conflitos com ativistas pró-vida cristã. Segundo a igreja, ela está sustentada em 4 pilares: o suicídio, aborto, canibalismo (estritamente quando a pessoa já está morta) e sodomia (qualquer ato sexual não destinado à procriação). O grupo possui frases e slogans bem polêmicos, tudo para ir contra as pessoas que não apoiam o aborto e o homossexualismo. O reverendo Chris Korda é quem está segurando a placa.

1. Nuwaubinismo

Originou-se como um grupo muçulmano negro de Nova York na década de 1970, e passaram por muitas mudanças desde então. O fundador está preso, condenado por lavagem de dinheiro e acusações de abuso sexual infantil, mas a religião ainda resiste. A religião inspirado em uma enorme variedade de fontes que incluem a Teosofia, Astara,  Rosacruzes, Maçonaria, os Shriners, Templo da Ciência da América, Cristianismo Revisado, Islã, Culto de Qadiani Mirza Glulam Ahmad, numerologia de Rashad Khalifa, teorias dos astronautas antigos de Zecharia Sitchin…

As pessoas brancas são encaradas como sido criadas originalmente como uma raça de assassinos para servir os negros num exército de escravos, mas esse plano não deu certo.
Abaixo, está a lista de algumas das crenças absolutamente incomuns dessa religião:
  • É importante enterrar a placenta, para que Satanás não use-a para fazer um duplicado da criança recém-nascida;
  • Além disso, alguns fetos abortados sobrevivem ao aborto e vivem nos esgotos, onde estão sendo reunidos e organizados para dominar o mundo;
  • As pessoas eram perfeitamente simétrico e ambidestras, mas depois de um meteorito ter atingido a Terra e seu eixo ter sido inclinado, ocorreu lateralidade e deslocando, fazendo com que o coração ficasse fora do centro no peito;
  • Cada um de nós tem sete clones vivos em diferentes partes do mundo;
  • As mulheres existem há muitas gerações, antes mesmo de terem sido inventados os homens através de manipulação genética;
  • Homo sapiens é o resultado de experiências de clonagem que foram feitas em Marte usando o Homo erectus;
  • Nikola Tesla veio do planeta Vênus;
  • Os Illuminati têm alimentado uma criança, filho de Satanás, que nasceu em 6 de junho de 1966 na Casa Dakota em 72 Street, em Nova York para Jacqueline Kennedy Onassis de Rothschild / família Kennedy. O Papa estava presente no nascimento e realizou cerimônias de necromancia. A criança foi levantada pelo ex-presidente Richard Nixon E.U. e agora vive na Bélgica, onde é ligado corporais a um computador chamado “A 3M Beast” ou “3666”.

O pacto do sacerdote francês


Entre os pactos mais famosos feitos com o Lorde das Trevas está o do padre Urbain Granadier, um francês católico que resolveu negociar a própria alma com o capeta. Quando a traição foi descoberta, padre Urbain foi queimado na fogueira – I'm burnin', I'm burnin', I'm burnin' for you

Ignorando todos os preceitos da Igreja Católica, Urbain não era um adepto do celibato e, inclusive, era famoso por ser um "garanhão". Em 1632 um grupo de freiras acusou o padre de tê-las enfeitiçado, facilitando o acesso a alguns deuses malignos, que abusaram das religiosas.

Em seu julgamento Urbain foi torturado até confessar que havia assinado um pacto com diversos demônios. O pacto em si, que você vê na imagem a seguir, foi escrito em latim de trás para frente e tem a assinatura do próprio Satã.


 A tradução do pacto:

Nós, o influente Lúcifer, o jovem Satã, Belzebu, Leviatã, Elimi e Astaroth, juntos com os outros, aceitamos hoje o pacto de Urbain Grandier, que é nosso. A ele nós prometemos o amor das mulheres, as flores das virgens, o respeito dos monarcas, honras, luxúria e poder.

Ele vai se prostituir durante três dias, e vai gostar da farra. Uma vez ao ano ele deverá nos oferecer um selo de sangue, todas as coisas santas da igreja deverão ser pisadas por ele e ele vai perguntar a nós muitas questões. Com este pacto ele vai viver feliz por 20 anos na terra dos homens, e mais tarde vai se juntar a nós para pecar contra Deus.

Selado no inferno, no conselho dos demônios.

Lúcifer Belzebu Satã

Astaroth Leviatã Elimi

Selado pelo Diabo, o próprio; e os demônios, príncipes do Senhor.

Lado Sombrio: conheça 11 personificações malignas

As religiões são geralmente voltadas ao culto de um ser supremo de grande benevolência, mas isso não impede que elas possuam em suas escrituras as descrições de seres malignos, que vivem para atormentar os humanos e não seguem os ensinamentos pregados nas diretrizes religiosas.

Conheça 11 dessas criaturas que fazem parte das escrituras de diferentes religiões ao redor do mundo:

1. Xing Tian
Pertencente a cultura popular chinesa, Xing Tian era um guerreiro gigante que serviu ao Imperador Yan. Quando Yan foi derrotado pelo Imperador Amarelo, Tian ficou com o orgulho tão ferido que desafiou o novo Imperador. Na batalha, Xing Tian é decapitado pela espada do Imperador, que esconde sua cabeça. Ao invés de morrer, Tian volta a vida e começa a procurar a sua cabeça por anos e anos, em vão. Então, cansado de procurar por sua cabeça, ele fez nascer uma nova cabeça – em seu torço!

Os mamilos tornaram-se olhos e o umbigo virou uma boca. Nesta forma horrenda, Tian vagou esbravejando contra os deuses pelo seu desfecho trágico.

2. Hundun

Também pertencente à religião da China, trata-se de um ser humanoide sem rosto e, às vezes, descrito como possuidor de alguns membros vestigiais, ou seja, basicamente um torso. Era conhecido como o deus do caos, favorecedor da perversidade e averso à bondade. A história conta que o deus foi morto por dois outros deuses, Hu e Shu, que furaram o seu corpo criando orifícios para dar-lhe olhos, um nariz, uma boca, etc. Entretanto, o procedimento não deu certo e Hundun morreu dias depois.

3. Nefilim
A Bíblia destaca, em algumas passagens, gigantes que habitavam a Terra há milhares de anos. O gigante Golias não era considerado um Nefilim, mas um descendente dessas criaturas. Alguns teólogos afirmam que eles eram o fruto da cópula entre anjos e humanas; outros afirmam que eles seriam os filhos de Caim. De qualquer forma, eles concordam que os Nefilins eram seres gigantescos, caracterizados pelo comportamento violento.

4. Vetala
É um fantasma mencionado por religiões antigas do Extremo Oriente. Diferentemente de outros fantasmas, o Vetala assombra os mortos. Quando um Vetala se apossa do corpo de um cadáver, ele para a sua decomposição e este “volta à vida”. Se você pensou num zumbi, é quase isso. A diferença é que os Vetalas não estão a procura de carne humana e cérebros, eles apenas querem vagar na terra para atormentar a vida das pessoas.

5. Rakshasa

Rakshasas não são exatamente demônios, mas são tidos como pessoas más com amplos poderes mágicos, capazes de mudar de forma e criar ilusões com sua magia. O que há de mais exato sobre essas criaturas é que eles possuem dentes e garras afiadas, além de se alimentarem de humanos para recarregar seus poderes. Eles podem aparecer em várias formas, até mesmo em corpos de animais. O rei dos Rakshasas, Ravana, foi o pior de todos. Era dito que ele possuía dez rostos, dezenas de armas e excepcional astúcia.

6. Preta

Pretas são seres advindos das religiões ocidentais como o Budismo, Hinduísmo e o Sikihismo. É comum nessas religiões que espíritos de pessoas más sejam punidos, mas com as Pretas isso ocorre de forma um pouco diferente. As Pretas são espíritos de pessoas gananciosas ou invejosas que foram amaldiçoados, sendo então condenadas a voltar ao mundo dos vivos dotados de uma fome e sede insaciáveis.

Pretas são descritas como tendo corpos muito magros, bocas pequenas e pescoços muito finos, o que dificulta a ingestão da comida. Além disso, são conhecidas por terem gostos estranhos e embaraçosos, como o de querer comer dejetos humanos.

7. Azi Dahaka

Proveniente do Zoroastrismo, o Azi Dahaka é descrito como um dragão com seis olhos, três cabeças e três bocas – mas não há indicação de que essas partes sejam distribuídas uniformemente pelo corpo. Também possui mil sentidos como o de matar das serpentes e de outras criaturas venenosas e pode controlar as tempestades e trazer doenças. Dahaka conhece todos os pecados do mundo e possui um papel de grande destaque no apocalipse zoroastra: dizem que neste período, ele comerá todos os animais da Terra e um terço de toda a humanidade.

8. Djinni ou djinn
Diferente do imaginário infantil, os Djinnis são feitos de chamas e fumaça, e não concedem desejos. Assim como os humanos, foram os únicos outros seres que receberam o livre-arbítrio, logo, possuindo capacidade de serem bons, maus ou neutros. 

Satanás seria um djinni chamado Iblis, que fora expulso do paraíso por negar-se a se curvar perante Adão. Os Djinnis ainda são capazes de mudar de forma, de possuírem poder sobre o fogo e de serem imunes às armas humanas.

9. Pischacha
O Pishacha é descrito como o espírito de uma pessoa que cometeu fraude, adultério, estupro ou algum outro tipo de crime similar; podem mudar de forma e até mesmo possuir um corpo humano, levando a pessoa a ter doenças físicas ou mentais. São descritos como adoradores da escuridão, comedores de carne, dotados de pele escura, com veias protuberantes por todo o corpo e olhos vermelhos.

10. Dybbuk

O Dybbuk é um ser proveniente do judaísmo e é descrito como o espírito de um pecador que não quer seguir seu destino pós-morte e resolve voltar à Terra habitando o corpo de uma pessoa viva e vivendo junto com ela pacificamente ou atormentando-a.

Eles só habitam o corpo de quem cometeu algum tipo de pecado. Então, a única forma de se proteger contra um Dybbuk é tendo uma vida correta. Entretanto, caso se venha a “contrair” um desses espíritos, um rabino devidamente treinado pode ser capaz de exorcizá-lo.

11. Abaddon
Abaddon aparece nos textos judaicos como ima palavra que significa "destruição", mas nos textos cristãos, Abaddon é um ser personificado.

Com denominações como “O Senhor do Abismo”, “Rei dos Gafanhotos” e “O Destruidor”, Abaddon era originalmente o anjo Muriel, que reuniu a poeira que formou Adão. Outros dizem que ele foi o anjo responsável por selar Satanás no inferno. Nas escrituras, ele é posteriormente visto sentado num trono de vermes e liderando um exército de gafanhotos em forma de cavalos com rabos de escorpião.

Banshee: a fada da morte.

Postagem sugerida por: Bruno Francesco

As Banshees são criaturas míticas que pertencem exclusivamente à mitologia celta. São da família das fadas, mas representam um ramo mais obscuro, sendo reconhecidas como os Espíritos da Maldição, que revelam os segredos da má sorte e da morte. Quando alguém avistava uma Banshee sabia que seu fim estava próximo: os dias restantes de sua vida podiam ser contados pelos gritos da Banshee: cada grito era um dia de vida e, se apenas um grito fosse ouvido, naquela mesma noite estaria morto.

Seus traços mais característicos são seus olhos, que se tornaram cor de fogo após séculos de choro e lamento pelas pessoas que tanto amaram em suas vidas terrenas. Descritos comumente como mulheres altas, esqueléticas, com a face pálida como a morte, de cabelos brancos escorridos, usam geralmente um vestido verde coberto por um manto cinzento, com capuz. Podem aparecer na forma de uma mulher pequena e velha, ou de uma jovem belíssima, de cabelos dourados ou negros e de roupa vermelha.

Existem, também, banshees do sexo masculino, que possuem uma rara beleza, delicados, de corpo magro, com cabelos louro-castanhos na altura dos ombros com caxos nas pontas, olhos verdes com uma leve camada amarelo-castanho por dentro e contornados por uma forte linha preta. Banshees masculinos se apaixonam por outras banshees. As habilidades dos banshees masculinos podem se manifestar aos 13 anos. No início sabe-se que eles podem pressentir assassinatos e inconsequentemente vão até o local. Tem um grito agudo que pode ser ouvido por qualquer pessoas e podem escutar sons produzidos por maus espíritos até saber sua determinada localização.

O gemido da Banshee é um som especialmente triste que parece o som melancólico do uivo do vento
e tem o tom da voz humana além de ser audível a grande distância. Embora nem sempre seja vista, seu gemido é ouvido, usualmente a noite quando alguém está prestes a morrer.

Existem muitos registros de diversas banshees que atendiam às grandes casas da Irlanda e às cortes dos reis locais. Em algumas partes de Leinster, se referem a elas como bean chaointe cujo lamento podia ser tão agudo que quebrava os vidros. As banshees pertence exclusivamente ao povo Celta, por isso jamais serão ouvidas a anunciar a morte de qualquer membro de outras etnias. Elas também podem aparecer de várias outras formas, como um corvo, um arminho, uma lebre ou uma doninha – animais associados, na Irlanda, à bruxaria.

Acredita-se que cada espírito agourento é consagrado a uma única família irlandesa e a seus descendentes e serve a ela ao longo dos séculos, mas só aparece quando um membro da família está prestes a morrer. O espírito mais famoso da antiguidade chamava-se Aibhill e assombrou a família real dos O'Brien. Conforme a lenda, o rei Brian Boru, já velho, partiu para a batalha de Clontarf, em 1014, ciente de que não ia sobreviver, pois Aibhill surgira para ele na noite anterior lavando roupas dos soldados até a água ficar vermelha de sangue.

Anos depois acreditava-se que os espíritos agourentos surgiam para anunciar a morte de alguém chorando ou emitindo lamentos fúnebres sob a janela da pessoa que iria morrer. Num relato famoso do século XVII, uma visitante de uma fazenda irlandesa relatou seu medo ao ouvir uma voz no meio da noite: "Abri a cortina e, na esquadria da janela, vi sob a luz da lua uma mulher encostada à janela, de cabelo vermelho, pálida e de aparência tétrica. Falava alto e num tom que eu nunca tinha ouvido e então, com um suspiro que mais parecia o som do vento do que uma respiração, ela desapareceu." Soube-se depois, que havia morrido uma pessoa na casa durante a noite.

Um espírito agourento também pode se manter à distância, percorrendo lentamente os morros em redor da casa de uma família ou sentada num muro de pedra. Nem sempre ela fica visível, mas seus gritos não deixam dúvida de sua presença. Nas raras ocasiões em que vários espíritos agourentos aparecem juntos, significa que uma pessoa muito importante morrerá.

Acredita-se que só as famílias mais antigas, que podem remontar sua linhagem até heróis lendários do início da Idade Média, têm espíritos agourentos. Originalmente, isso incluía apenas as famílias cujo último nome começava com "O" ou "Mac", mas, após séculos de casamentos entre famílias, centenas de outras famílias também podem receber a vinda de um espírito agourento. Como os espíritos agourentos estão ligados às famílias, eles as seguirão onde quer que elas forem.


Na cultura popular:

Em Akumu-chan, em seu 8° episódio, uma banshee aparece no sonho de uma menina.

No seriado Teen Wolf é revelado que uma das personagens principais, Lydia Martin é uma banshee. De início sabe-se que ela pode "pressentir" os assassinatos e, inconscientemente, vai até o local. Também tem um grito agudo que pode ser ouvido pelos lobisomens da série em alta distância e pelos humanos em baixa distância, suas características são iguais a de uma banshee original da cultura celta (ruiva, branca e jovem) e consegue ouvir sons emitidos por maus espíritos achando a sua determinada localização.

No livro de J. K. Rowling autora de Harry Potter o bicho-papão de Simas Finnigan é uma banshee.

Banshee é o codinome de um dos mutantes em X-Men: First Class com poderes sonoros sobre-humanos

Na série de televisão americana Charmed, uma banshee são uma raça rara de demônios com cabelo branco distintivo e um grito agudo - audível apenas para cães e sua pretensa vítima - que pode estourar vidro e vasos sanguíneos, matando um mortal.

No livro "O Inverno das Fadas" da autora Carolina Munhóz, uma das personagens é uma banshee. Nesse livro ela é vista como algo triste e que possui inveja de sua prima, Sophia Coldheart, que é uma Leanan Sídhe.

Na série de televisão So Weird, uma banshee aparece no décimo-primeiro episódio da segunda temporada, no qual uma banshee que persegue a família O'Shannon aparece para avisar da morte do avô de Fiona, mas ela consegue impedir.

No jogo Kingdoms of Amalur: Reckoning, um monstro do jogo é denominado como banshee, o qual possui um grito agudo e feições de serpente, com cabelos esvoaçantes e vestes negras.

Também em Conquer Online existe um monstro chamado banshee, uma mulher com gritos altos e que paralisa os inimigos por alguns instantes.

No livro "A Última Vítima" do autor Dan Barton, um dos personagens da história, Kelly Larkin Sullivan, se vê encarregado de matar todos os entes de sua família por uma banshee.

Em Might & Magic Duel of Champions, há uma carta que representa a banshee como um ser de pele clara e cabelos negros, com uma expressão de sofrimento. Quando a carta entra em campo ela destrói uma criatura do oponente.

No Jogo League of Legends há um item chamado "Véu de Banshee", que cria um escudo mágico e protege a personagem de um ataque mágico, se ele não for atacado novamente no período de alguns segundos, o escudo ressurge, protegendo o campeão novamente.

No jogo Tibia, a Banshee era uma mulher de grande beleza que se matou por um motivo há muito esquecido. A morte, porém, recusou seu sacrifício e a enviou de volta, amaldiçoada e deformada. É agora uma criatura morta-viva de puro terror, sendo muito forte, podendo se curar e, portanto, bastante temida pelos jogadores de level baixo/médio.

O Fim dos Tempos segundo 5 religiões

É fato que o "Fim do Mundo" é um assunto que fascina muita gente. E, assim como existem determinadas religiões que não acreditam que isso vá acontecer, há outras que possuem em seus ensinamentos explicações de como serão os eventos de quando tudo acabar. Nas religiões que acreditam no fim, apresenta-se que os eventos virão de um jeito nada agradável. Geralmente, citam que o mundo vai ser aniquilado em forma de guerra, dor, morte, doenças e destruição total. Confira descrições do apocalipse segundo algumas religiões:

1 - Zoroastrismo
Dono da descrição do mais antigo apocalipse da História, o fim dos dias apresentado pelo Zoroastrismo diz que o mundo vai passar vários milênios ficando cada vez pior. A doutrina diz que o sol ficaria “manchado”, plantações se recusariam a crescer, só homens maus acumulariam riquezas e tudo seria seguido por uma imensa nuvem escura que cobriria o mundo, fazendo chover criaturas maléficas.


O Zoroastrismo ainda propôs ainda que um cometa chamado Gochihr vai colidir com o planeta e, vai criar um rio gigante de lava que todo mundo terá de percorrer. Entretanto, apenas as pessoas más e pecadoras vão derreter em agonia. Já quem sobreviver, passará a ser imortal e todo o planeta falará a mesma língua e viverá em harmonia.


2 - Hinduísmo
De acordo com as escrituras hindus, o Kali Yuga é o período final de um ciclo de quatro etapas que o mundo atravessa, e estamos vivendo nessa fase agora, que consiste em uma era de crescente degradação humana, cultural, moral, social, ambiental e espiritual.

Entre as profecias descritas no Purana de Vishnu, cita-se que a riqueza será considerada a única medida de força, governantes matarão mulheres e crianças e bárbaros serão encarregados de espalhar pragas, fome, doenças, mentiras, falsas religiões e grandes secas. E no final todo mundo morre. Mas, quando isso acontecer, o ciclo pode começar de novo com o período chamado Satya Yuga, a Era de Ouro, quando a Terra será habitada apenas pelos justos e as pessoas viverão por 10 mil anos.


3 - Budismo Teravada
A Teravada é a mais antiga escola budista, que foi fundada na Índia e por muitos séculos foi a religião predominante na maioria dos países continentais do sudeste asiático. Nela, Buda deu ao seu povo o Sermão dos Sete Sóis, segundo o qual seis sóis iriam aparecer, destruindo com o calor rios, lagos e oceanos, cozinhando a Terra. Um deles viria ainda como uma bola de fogo, aniquilando tudo o que poderia ter se salvado do derretimento geral.


4 - Mitologia Nórdica
Ragnarok, “O Crepúsculo dos Deuses”, é uma série de eventos apocalípticos que definirão o fim do mundo. Nele, os gigantes do gelo e fogo se unem para lutar contra os deuses em uma batalha final que acabará por destruir o planeta, que ficará todo submerso em água. Segundo a lenda, depois de tudo isso, o mundo vai ressurgir, sendo que os deuses sobreviventes retornam e se reúnem. O mundo será repovoado por dois sobreviventes humanos. O Ragnarok começa com um inverno de três longos anos que leva a uma batalha final sobre o campo de Vígríðr.

Odin, que já havia tentado impedir o Ragnarok, levou os deuses. Eles foram auxiliados pelos mortos heroicos que tinham falecido em batalhas gloriosas e tinham sido levados para morar em Valhalla para aguardar a luta final. Já os gigantes de gelo foram conduzidos por Loki e auxiliados por mortos indignos e outros monstros.

Odin é morto pelo lobo gigante Fenrir, mas é vingado por seu filho. Thor mata a grande serpente Jormungandr, mas morre logo em seguida, e o demônio Surtur destrói todos os nove reinos em chamas e praticamente todo mundo morre em todos os lugares. Dois seres humanos, Lif e Lifthrasir, se escondem em uma árvore sagrada chamada Yggdrasil durante a batalha e não retornam até o final. Quando saem, eles repovoaram a Terra.


5 - Mitologia Hopi
Na mitologia Hopi, a Kachina ou Saquasohuh é um espírito que vai mostrar a vinda do início do novo mundo, aparecendo sob a forma de uma estrela azul. A estrela azul é descrita como o nono e último sinal antes do "Dia da Purificação", descrito como uma catástrofe mundial em que tudo será destruído, levando à purificação da Terra.


Esse sinal é apresentado como: "Você vai ouvir falar de uma morada no céu, acima da terra, que cairá com um grande estrondo. Ela aparecerá como uma estrela azul. Logo depois, as cerimônias do meu povo cessarão". A guerra do fim do mundo também é descrita como "um conflito espiritual com assuntos materiais”.

Igualdade de gêneros foi vantajosa para as primeiras sociedades

De acordo com um estudo realizado por pesquisadores da University College London, existe alta probabilidade de que nossas primeiras sociedades tenham sido regidas por princípios de igualdade de gênero, e de que isso tenha representado uma grande vantagem de sobrevivência.

A diferença de gênero começou a partir da sedentarização das sociedades. Podemos dizer que apenas com o surgimento da agricultura, quando as pessoas começaram a acumular recursos, a desigualdade emergiu. O estudo partiu de dados genealógicos de duas populações contemporâneas de caçadores-coletores, uma no Congo e uma nas Filipinas, obtidas por meio de centenas de entrevistas.

Nos dois casos, as pessoas são monogâmicas e tendem a viver em grupos de cerca de vinte pessoas, mudando-se a cada dez dias, e subsistindo de caça, pesca e colheita de fritas, verduras e mel. Homens e mulheres se dividem no cuidado das crianças, e ambos contribuem com a mesma quantidade de calorias, em média.

Quando apenas os homens decidem quem irá viver junto com eles, o núcleo da comunidade se torna uma rede de homens próximos, como irmãos, por exemplo, com suas esposas em posições periféricas. Já se homens e mulheres decidem igualmente, você não tem grupos de quatro ou cinco irmãos vivendo junto. Em resumo: quando mulheres estão em pé de igualdade com os homens, as redes tendem a ser mais amplas e mais colaborativas, com mais indivíduos sem quaisquer laços genéticos entre eles.

A igualdade foi uma vantagem evolutiva para as primeiras sociedades. Isso porque ela proporciona maior variabilidade de parceiros para se escolher, com menos possibilidade de consanguinidade. Além disso, com maior abertura para pessoas sem laços sanguíneos, aumenta a possibilidade de trocas culturais e tecnológicas que podem ajudar na sobrevivência.

O que era a sociedade de castas indianas? Elas ainda existem?

   O sistema de castas foi extinto por lei, no fim da década de 1940, depois que a Índia tornou-se independente.  Após pressões internacionais e manifestações, o governo indiano declarou ilegal a sociedade de castas e proibiu o termo ‘’ Intocável’’. Além disso, para tentar integra-los a sociedade, passou a reservar cotas para os Dalits nas universidades e nos cargos políticos.
   No entanto esse antigo costume da sociedade indiana, continua afetando a vida de muitas pessoas. Cerca de 16% da população é composta por Dalits, que sofrem preconceito de membros de castas superiores, que mesma extintas, influencia na coletividade do País.

   
   As castas eram um sistema de rígido e partia do pressuposto de que as pessoas não 
eram socialmente iguais pois, desde o nascimento eram designadas com capacidades, obrigações e direitos específicos, que não podiam ser alterados durante toda a sua vida presente.
   De acordo com o hinduísmo, mesmo que o indivíduo levasse uma vida virtuosa, ele apenas seria conduzido a salvação após inúmeras reencarnações. Com isso as pessoas de camadas inferiores eram obrigadas a aceitar sua condição, que só poderia ser alterada em vidas futuras.
   Essa forma de organização, baseada na linhagem familiar e nas condições econômicas de cada família, dividiu a sociedade em quatro principais castas.

Brâmanes
Segundo a mitologia hinduísta, teriam nascido na boca do Deus Brahma
A casta do alto da pirâmide social indiana, era formada por sacerdotes, magos, religiosos e filósofos- encarregadas de realizar os sacrifícios e rituais sagrados. Os brâmanes representavam autoridade espiritual e intelectual.

Xátrias
Segundo a mitologia hinduísta, teriam nascido do braço direito do Deus Brahma
A segunda casta de maior prestígio era a dos guerreiros, que reunia pessoas com atribuições judiciárias, policiais e militares. A casta incluía ainda reis, nobres, autoridades civis, senhores feudais e responsáveis pelo poder político e militar.

Vaixás
Segundo a mitologia hinduísta, teriam nascido das coxas do Deus Brahma
Respondida pelo conjunto de atividades econômicas, incluindo funções agrícolas, artesanais, comercias e financeiras. Entre eles estavam os artesões, criadores de gado, camponeses  e mercadores.

Sudras
Segundo a mitologia hinduísta, teriam nascido dos pés do Deus Brahma
A casta inferior era formada por servos, trabalhadores braçais e empregados domésticos. Seus integrantes eram encarregados de realizar todas as atividades necessárias para garantir a sobrevivência material da comunidade.

Abaixo das castas e fora dessa pirâmide social

Párias
Segundo a mitologia hinduísta, não teriam nascido do Deus Brahma
Abaixo das castas, os párias ou ‘’ Intocáveis’’ faziam trabalhos tidos como indignos. Entre esses ‘’ sem castas’’ estavam limpadores de fossas sanitárias, coveiros e carniceiros. 

FONTE:
Sociologia na rede / Sistemas de castas
Componente curricular ensino médio/ Novo olhar história 

Onde surgiu e o que representa a Fênix?

Ela surgiu no Egito antigo, representando a imortalidade e os ciclos da natureza. A fênix era conhecida como Bennu, pelos egípcios. Segundo o mito, a concepção de uma fênix ocorria quando um exemplar sentia que ia morrer. A fênix montava um ninho com incenso e outras ervas aromáticas para ser incinerada pelos raios do Sol. A partir do corpo de sua mãe, uma nova fênix surgia com a capacidade de viver o mesmo tempo da genitora.

A jovem fênix, após adquirir certo vigor físico, realiza um ritual funerário em homenagem à sua mãe. Ela constrói um ovo de mirra, onde deposita os restos mortais de seu genitor. Depois disso, vai ao templo do Deus Sol, na cidade egípcia de Heliópolis, onde deposita o ovo por ela construído. Para os egípcios, a fênix também representava a alma de Rá, o deus Sol.

Outras narrativas apresentam uma versão distinta, segundo a qual a fênix, à beira da morte, se dirigia a Heliópolis, aterrissava no altar solar e então ardia em chamas. Depois de um período ainda não definido precisamente, ela retorna à vida, simbolizando assim os ciclos naturais de morte e renascimento, a continuidade da existência após a morte.

Segundo algumas narrativas, essa ave poderia viver quinhentos anos, enquanto outras afirmam que o pássaro poderia viver até 97 mil anos. E durante todo esse período só existiria uma única fênix, por isso ela também simbolizava grandes ciclos da natureza. 


Para os povos antigos, a fênix simbolizava o Sol, que ao final de cada tarde se incendeia e morre, renascendo a cada manhã. Diante da perspectiva da morte, ela era considerada como um símbolo de esperança, de persistência e de transformação de tudo que existe, um sinal da vitória da vida e da inexistência da morte como ela é concebida pela civilização ocidental.

Os romanos viam na ave uma metáfora para o caráter imortal e intocável do Império Romano e chegaram a estampá-la em algumas de suas moedas. Com o surgimento do cristianismo, a fênix passou a representar a ideia de ressurreição e de vida após a morte.

Diversos escritores se referiram à Fênix, tanto na Antiguidade quanto nos dias atuais, entre eles Hesíodo, Heródoto, Ovídio, Voltaire, Rabelais e J.K. Rowling - autora da saga Harry Potter.

O Verdadeiro Velho Oeste

O chamado Velho Oeste era uma ampla área que ficava à esquerda do rio Mississipi e hoje se divide em 22 estados. Texas, Kansas, Novo México, Oklahoma, Califórnia Missouri e Colorado eram os estados onde corriam mais duelos


A vida no Velho Oeste era muito mais pacífica do que é mostrada nos filmes. Entre 1850 e 1890, essa região dos Estados Unidos era repleta de pequenas cidades, centros de comércio com lojas para abastecer rancheiros e agricultores. Os saloons ofereciam bebidas, jogos (dados ou pôquer), mulheres e divertimento. Boa parte dos famosos duelos vistos nos filmes ocorria exatamente nos saloons do Velho Oeste, mas eram muito mais raros do que se imagina. Os duelos ocorriam, em geral, por três motivos: mulheres, dívidas ou trapaças no jogo, geralmente estimulados por bebedeiras. O ano recordista em duelos foi 1878, quando só no Texas e no Kansas aconteceram 36 confrontos, causando cerca de 50 mortes. Para comparar, apenas no segundo trimestre de 2004 foram assassinadas mais de 2 300 pessoas no estado de São Paulo!

Havia cidades com atividades ligadas a gado e ferrovias que já tinham uma história de violência e atraíam jogadores, vaqueiros, prostitutas, trapaceiros e aventureiros em geral, numa mistura volátil. Mas eram exceção. Apesar disso, chamaram a atenção da mídia e foram glamourizadas. Outra ideia hollywoodiana equivocada é a de pistoleiros se enfrentando em hora e local marcados. Os raros duelos que ocorriam eram no calor de uma discussão e envolviam rivais muito próximos uns dos outros. O uso de facas era tão comum quanto o de revólveres. E, quando dois pistoleiros se enfrentavam, não importava qual era o mais rápido e sim quem tinha melhor pontaria.



A arma preferida do Velho Oeste era o revólver Colt 45, que tinha o apelido de Peacemaker ("Fazedor da Paz"). Mas, para atingir alvos distantes, usavam-se os rifles de repetição. O mais famoso era o Winchester New Model of 1873, ou Winchester 73 — que até virou nome de filme de faroeste. Esse rifle era eficiente até uma distância de 150 metros.

Como o Colt 45 não tinha trava de segurança para evitar disparos acidentais, os pistoleiros inventaram algo curioso. Eles deixavam uma das seis câmaras do tambor da arma sem bala, para evitar acidentes, e ainda enfiavam nela uma nota de 5 dólares enrolada.  Acionar o Colt 45 exigia uma técnica especial. Antes de apertar o gatilho, era preciso engatilhar a arma, puxando para trás o "cão" —(pequena peça acima da coronha). Para ganhar agilidade na hora do duelo de vida ou morte, alguns pistoleiros atiravam acionando direto o cão da arma em vez do gatilho.



Chamado de "o último pistoleiro", John Wesley Hardin era um matador de pontaria certeira. Ele ficou preso entre 1878 e 1894, tentou se "endireitar", mas teve uma recaída. Em agosto de 1895, em El Paso, no Texas, após discutir com o policial John Selman, ambos teriam sacado as armas e trocado tiros. O pistoleiro teria morrido atingido na cabeça

Quais são as Sete Maravilhas do Mundo Moderno?

Postagem sugerida por: Eduarda Signori - RS

Em 07 de julho de 2007, foram anunciadas as Sete Maravilhas do Mundo Moderno, um novo conjunto de obras dignas de serem listadas, como foi feito pelos gregos com as Sete Maravilhas do Mundo Antigo. A lista tem como objetivo manter viva a beleza e grandiosidade de obras construídas pelo homem e que merecem ser vistas. Há ainda um interesse turístico para criar esta nova lista, fomentando a visitação destes lugares. Conheça as obras que fazem parte dessa lista:

Coliseu, Itália
Também conhecido como Anfiteatro Flaviano, o Coliseu é o principal símbolo de Roma, na Itália. Palco de lutas entre gladiadores e de massacres de cristãos, hoje conserva apenas uma parte de sua estrutura. Construído em 70 d.C., é uma das maiores construções do Império Romano.

Chichén Itzá, México


A Cidade Maia de Chichén Itzá  localiza-se na província mexicana de Iucatã. Compõem as estruturas da cidade a pirâmide de Kukulkan, o Templo de Chac Mool, a Praça das Mil Colunas e o Campo de Jogos dos Prisioneiros, formando um belo sítio arqueológico desta civilização americana.

Machu Picchu
Construída no século XV, Machu Picchu é também conhecida como “cidade perdida dos Incas“. Localizada no topo de uma montanha da cordilheira dos Andes, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, atual Peru, a cidade hoje é o principal símbolo do Império Inca.

Cristo Redentor, Brasil
Localizado no Rio de Janeiro, o Cristo Redentor mede 38 metros e foi construído sobre o morro do Corcovado. É o maior símbolo da cidade carioca e também um símbolo do cristianismo brasileiro, sendo inaugurado no dia 12 de outubro de 1931.

Muralha da China, China
A Muralha da China, ou a Grande Muralha, teve sua construção iniciada por volta de 220 a.C. com o objetivo de proteção militar no norte do Império chinês, estendendo-se por cerca de três mil quilômetros.

As Ruínas de Petra, Jordânia
Petra é um importante enclave arqueológico da Jordânia, no Oriente Médio. Sua ocupação remonta o ano de 1200 a.C. A cidade prosperou durante os Impérios Romano e Bizantino, mas dois terremotos devastaram-na, sendo o segundo em 551 d.C.

Taj Mahal, Índia
O Taj Mahal é um mausoléu situado em Agra, pequena cidade da Índia, e construído entre 1630 e 1652. Feito de mármore branco por ordem do imperador Shah Jahan, em memória de sua esposa, Aryumand Banu Begam, o Taj Mahal é também conhecido como uma das maiores provas de amor do mundo, contendo inscrições retiradas do alcorão e incrustado de pedras semipreciosas.