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A Ciência do beijo

Beijar é estranho. Vamos confessar: nós adoramos, mas se pensarmos bem você está colocando sua boca aberta na boca de outra pessoa, trocando líquidos corporais e bactérias... Parece muito estranho mesmo, não é? Isto indica que deve existir um bom motivo para fazermos isto.

De acordo com pesquisadores de diversas áreas existem muitas boas razões para beijar muito!


Os lábios de humanos são únicos no mundo animal. Eles são expostos (evertidos) para chamar a atenção de parceiros, pois para beijar precisamos de duas pessoas. Um estudo mostrou que 8 em cada 10 mulheres passam batom na cor vermelha e parece que os homens são atraídos por isso. Macacos também chamam atenção com algo parecido, porém, os lábios que eles observam ficam mais embaixo. Evolucionistas propõe que os lábios de humanos surgiram por causa da nova posição bípede que o ser humano arrumou e os lábios ficaram parecidos como as vaginas das fêmeas de nossos ancestrais. A observação sobre a fertilidade entre os humanos começou a ser feita cara a cara.

O beijo dispara uma reação incrível em nosso cérebro e músculos. Cinco dos 12 nervos cranianos são ativados e mais de uma dúzia de músculos trabalham conjuntamente para que um bom beijo aconteça. Um destes músculos, por exemplo, é o mesmo músculo que usamos quando ainda somos um bebê mamando no peito de nossas mães. A amamentação é um momento especial para o ser humano, pois o ato de mamar cria conexões entre mãe e filhos através do hormônio ocitocina.


A memória do uso deste músculo resgata os caminhos para a liberação deste hormônio relacionado com a criação de laços afetivos, portanto o beijo tem um papel muito importante psicologicamente falando e demonstra como a amamentação pode ser o primeiro indício sobre como o beijo surge como um gesto cultural presente em todos os grupos humanos do planeta.

Além disso, o olfato também tem um papel importante durante o beijo. Ao juntar os rostos para dar aquele beijo, nossos narizes se aproximam da outra pessoa e sentimos seus cheiros e também recebemos alguns químicos que apesar de indistinguíveis são bem particulares de acordo com os indivíduos (os feromônios).

O hálito também é importante porque ele indica a situação de saúde da pessoa beijada. Em muitas culturas, o beijo é registrado como primeiramente uma experiência olfativa, como o beijo de esquimó.


Para se ter uma ideia de que o beijo é tão importante, basta observar que os neurônios relacionados com a sensação da área dos lábios é incrivelmente maior que os neurônios do córtex somatosensorial relacionados com as genitálias.

Ainda sobre as experiências do beijo em nosso cérebro, o primeiro deles traz para o nosso corpo uma avalanche de novidades. Há um grande influxo de dopamina para o cérebro no mesmo caminho que algumas drogas estimulantes fazem. Ou seja, o beijo é com um antidepressivo. A adrenalina e noradrenalina se espalham na corrente sanguínea e seu coração bate mais forte, mandando uma quantidade maior de oxigênio para o cérebro. Além de fazer as pupilas dilatarem, o que pode ser um motivo para fecharmos os olhos enquanto nos beijamos.

Também há uma descarga de endorfina pela hipófise, que leva a um estado de euforia e a sensação de que o tempo passa de forma diferente. Outro benefício do beijo observado por pesquisadores é de que se dado durante vários dias seguidos, ele diminui o produto químico relacionado com o stress, o cortisol.

Portanto, beijar faz muito bem à saúde. Cria laços entre as pessoas e não depende de cor, sexo, religião, classe social ou posição política para deixar alguém mais feliz!


10 Mistérios sobre as estrelas

Ainda há muitas coisas que intrigam especialistas e algumas mais do que outras. Especialmente quando se trata do mundo que há fora do nosso planetinha natal, que nos mostra cada vez mais que o nosso conhecimento é extremamente limitado. Confira a seguir, 10 mistérios que os cientistas ainda não conseguiram explicar que envolvem as estrelas:

1- I Will Survive
No centro da galáxia de Andrômeda, há um buraco negro supermaciço tão gigantesco que nada consegue escapar de sua força. Mas, em 2005, cientistas descobriram milhões de jovens estrelas azuis que estão vagando ao redor do buraco negro. Ninguém sabe explicar como elas não foram sugadas.

2- Ambígua

‘Swift J1822.3-1606’, localizada na constelação de Ophiuchus, é uma estrela de nêutrons bastante peculiar. Geralmente, estrelas de nêutrons são magnetares (com alto campo gravitacional) ou pulsares (com alta velocidade de rotação). Já Swift apresenta ambos os comportamentos!

3- Forever Young

As estrelas do aglomerado ‘Messier 4’, localizadas na constelação de Escorpião, são muito antigas, com mais de 12,2 bilhões de anos. No entanto, lá está uma estrela composta basicamente de Lítio! O que há de estranho nisso? Bem, o Lítio geralmente desaparece nos primeiros bilhões de anos do ciclo de vida de uma estrela. De alguma forma, umas das estrelas conseguiu uma forma de repor o Lítio, mantendo-se eternamente jovem. Como isso aconteceu ainda é um mistério.

4- Espirais

Em 2011, astrônomos descobriram que existem espirais em volta de ‘ SAO 206462’. A estrela, localizada na constelação de Lupus, é única por causa desta formação peculiar. Ainda não existe uma explicação certeira sobre o fenômeno, mas cientistas afirmam que pode ser causado pela influência gravitacional de planetas próximos.

5. A estrela que não engoliu o planeta

Wasp 18’ está localizada há 330 anos-luz da constelação de Fênix e tem 25% mais massa do que o nosso Sol. Em 2009, cientistas da Universidade Keele descobriram que um planeta um pouco maior do que Júpiter orbita Wasp, mesmo estando a apenas 3 milhões de quilômetros de distância. O planeta está tão próximo da estrela que sua translação dura apenas 23 horas e sua temperatura chega a 2200 graus Celsius! Ainda não se sabe explicar porque o planeta não foi engolido por Wasp 18.

6- O Órfão

CFBDSIR 2149’ é uma anã marrom, ou uma estrela fracassada, que não conseguiu iniciar o processo de fusão de hidrogênio em seu núcleo. Por possuir grande massa e volume, alguns cientistas, não a classificam como estrela, mas como um planeta gigante gasoso. Desta forma, ele seria um planeta errante, pois não orbita nenhuma estrela. Somente outros três corpos foram categorizados com este comportamento.

7- Accio poeira


TYC 8241 2652’ tem praticamente o mesmo tamanho do Sol e está localizada a 450 anos-luz da constelação de Centauro. Entre 1983 e 2008, cientistas estudaram o anel de poeira que circundava a estrela para compreender mais a respeito da formação de um sistema solar. Mas, em 2009, houve uma surpresa: o anel de poeira desapareceu! Não havia mais nenhum sinal da poeira! Nenhum cientista sabe explicar o fenômeno.

8- A Estranha
V838 Monocerotis’ é uma hipergigante vermelha, localizada na constelação de Monoceros, é uma das mais brilhantes da Via Láctea. No entanto, em 2002, o brilho da estrela desapareceu repentinamente. Os cientistas então a classificaram como uma simples ‘nova’ - uma designação par o núcleo restante de uma estrela morta, chamada de anã branca. Mas, um mês depois, a estrela voltou a brilhar! Na verdade, V838 não era uma anã branca. Ela só havia entrado em erupção por si mesma. Inclusive, outras erupções ocorreram nos próximos meses. Após este processo, o telescópio Hubble capturou esta imagem que mostra uma nuvem de gás e detritos em volta da estrela.

9- Poeira misteriosa
PSR B1257 +12’ é o que restou da explosão de uma supernova. O interessante é que cientistas encontraram planetas orbitando a poeira. Como a explosão da supernova não mandou os planetas para longe (ou os destruiu) e como os gases e a poeira de ‘PSR B1257 +12’ conseguiram retornar a um ponto inicial, ninguém sabe explicar.

10- A estrela que não deveria existir
A ‘SDSS J102915 +172927’ foi descoberta em 2011. Localizada na constelação de Leão, é uma estrela pequena (com aproximadamente 80% do tamanho do Sol) e muito antiga - tem 13 bilhões de anos - quase a idade do Universo! Mas por que ela não deveria existir? Porque sua composição é raríssima: 99,9993% de Hélio e Hidrogênio. Estes dois elementos são muito leves se condensarem e formarem uma estrela. Cientistas já fizeram testes em computadores, mas não chegaram nem perto de uma conclusão sobre o mistério.

25 Espécies incríveis de cogumelos

Existem cerca de 1,5 milhão de espécies de fungos em nosso planeta. Destes, apenas uma parcela desenvolve as belas estruturas que conhecemos como cogumelos. A maioria dos cogumelos, como os conhecemos, é na verdade apenas a estrutura reprodutiva do fungo a que pertencem. A mágica acontece mesmo no subsolo, onde o fungo se expande a grandes distâncias, sendo que alguns nem chegam a brotar e formar essa estrutura que estamos acostumados a ver. Mas os que possuem tais estruturas, podem desenvolvê-las nos mais variados formatos e cores, que escondem diferentes habilidades – uns brilham no escuro, outros causam alucinações. Selecionamos 25 espécies bizarras e charmosas que você não pode deixar de conhecer. Confira:


1. Amanita muscaria: O cogumelo vermelho do Mario, que o faz crescer, se chama Amanita Muscaria, que é alucinógeno, e seu efeito é que faz com que a pessoa tenha a impressão de que tudo ao seu redor está diminuindo ou que ela está crescendo. Come e cresce, Mario!


2. Laccaria amethystina: Apesar da cor extravagante e chamativa, esse pequeno cogumelo é comestível. Porém, por acumular poluentes do solo, talvez essa não seja uma boa ideia. Também conhecido como “Ametista Enganador”, ele cresce nas florestas de quase todo o mundo.


3. Calvatia gigantea: Há registro de um espécime de Calvatia gigantea com mais de 20 quilos e 1,5 metro de diâmetro. Desde que esteja jovem (com o interior ainda branco), a espécie é comestível.


4. Clathrus ruber: O Clathrus ruber se desenvolve no formato de uma esfera esburacada e adquire uma coloração que vai de rosa pálido a um forte tom avermelhado. São similares ao Clathrus crispus.


5. Clavaria zollingeri: O Clavaria zollingeri é um cogumelo violeta e de ramificações que lembram um coral. Este curioso fungo chega a 10 centímetros de altura.


 6. Coprinus comatus: O Coprinus comatus cresce originalmente em prados/bosques e pinhais. O Coprinus normaliza o nível de açúcar no sangue, é anti-inflamatório e evita as repercussões das doenças cardiovasculares.


 7. Crucibulum laeve: Os cogumelos da família Nidulariaceae são chamados popularmente de ninho-de-passarinho. O que aparenta ser um amontoado de ovos é, na verdade, um conjunto de esporos, adaptados para se dispersar com a chuva. Na foto, um Crucibulum laeve.


 8. Cyathus striatus: O cogumelo Cyathus striatus é muito pequeno e pode não chamar atenção à primeira vista. Pertencente à ordem Nidulariales, esse fungo lembra pequenos ninhos com ovos.


 9. Entoloma hochstetteri: Se uma espécie de fungo tivesse inspirado o artista belga Peyo a criar os Smurfs, sem dúvida seria o Entoloma hochstetteri. Este fungo azul é típico da Nova Zelândia.


 10. Favolaschia calocera: Comumente chamado de "orange pore fungus" (fungo de poro laranja), é uma espécie da família Mycenaceae. Foi observado pela primeira vez em Madagascar.


 11. Geastrum minimum: Geastrum minimum, apelidado de "tiny earthstar", é um cogumelo não comestível do gênero Geastrum, encontrado na Eurásia e América do Norte.


 12. Hericium erinaceus: O simpático Hericium erinaceus cresce como uma barba grisalha em troncos do hemisfério Norte e é comestível. A variedade funciona ainda como antioxidante.


 13. Hydnellum peckii: A substância vermelha que o fungo Hydnellum peckii libera de seus poros já lhe rendeu algumas associações populares com geleias e Satã. Contém propriedades anticoagulantes.


 14. Lactarius indigo: O Lactarius indigo é comestível e parece sangrar, só que em tom azul – e apenas ao ser cortado. As demais espécies do gênero Lactarius expelem uma substância similar, mas a sua coloração varia para tons alaranjados e amarelos.


 15. Leratiomyces mushroom: Essa espécie incrível de cogumelo foi recentemente descoberta na reserva Booyong, na Austrália.


 16. Marasmius haematocephalus: A espécie Marasmius haematocephalus é também conhecida como "cogumelo guarda-chuva" devido, obviamente, ao seu formato que se assemelha com um guarda-chuva.


 17. Mycena Chlorophos: Conhecido como Cogumelo Lunar (Mycena sp.), este cogumelo é conhecido principalmente pelo brilho fraco que emite e que é visível durante a noite. Pode ser encontrado em florestas tropicais.


 18. Oudemansiella mucida: Oudemansiella mucida, conhecido como "Porcelain Fungus", é um fungo basidiomiceto da família Physalacriaceae e nativo da Europa.


 19. Panus fasciatus: Se você resolvesse se tornar um explorador em busca de cogumelos, Panus Fasciatus seria uma das espécies mais fáceis de identificar por possuir muitos pelos.


 20. Phallus indusiatus: A espécie Phallus indusiatus chega a 25 centímetros de comprimento. Sua estrutura mais característica, que lembra uma rede, surge do topo e cresce ao redor do cogumelo já erguido no chão.


 21. Puffball: Lembrando uma pequena chaminé, esses cogumelos basidiomicetes liberam uma nuvem de esporos quando os corpos de frutificação ficam maduros.


 22. Rhodotus palmatus: Encontrar um Rhodotus palmatus com um emaranhado de veias rosadas em seu píleo não é tarefa simples. Nem todos os fungos da espécie desenvolvem tal característica, alguns têm o topo gelatinoso e liso e intrigam micologistas.


 23. Sarcoscypha austriaca: A Sarcoscypha austriaca foi descrita pela primeira vez no final do século 19 e desde então vem sendo confundida com a Sarcoscypha coccínea, espécie que leva o mesmo nome popular e só é distinguível sob um microscópio.


24. Schizophyllum commune: Um dos cogumelos mais estudados, o Schizophyllum commune apresenta bons resultados medicinais.


 25. Scutellinia scutellata: Os pequenos cílios que cercam esse fungo são uma das principais características que o diferem de outros cogumelos. São comuns na América do Norte e na Europa.

7 mitos sobre o cérebro humano que (quase) todos acreditam

Sejam esses mitos sobre determinados lugares (você realmente acha que a Noruega se resume em gelo?), o espaço (alguns deles você pode conferir nesta postagem), ou sobre o cérebro humano, o fato é que esses boatos caminham conosco e já ouvimos eles pelo menos alguma vez na vida. Estamos acostumados a ouvir estas afirmações e aceitá-las como verdades, sendo que na realidade elas não passam de mitos, frutos da falta de informação. Confira alguns desses mitos:


1. O cérebro ganha novas rugas conforme aprendemos mais

As rugas e curvas do cérebro são fruto de anos de evolução e nada tem a ver com o aprendizado de novas coisas. Os seres humanos desenvolveram cérebros maiores que os de outras espécies, mas eles ficam acomodados em crânios relativamente pequenos, forçando esses órgãos a dobrarem-se sobre si mesmos.

2. Beber mata milhares de neurônios

Quando exageramos no álcool e parte dele vai para a corrente sanguínea, esta substância pode danificar as estruturas dos neurônios responsáveis por transmitir e receber informações, interferindo na forma como essas células se comunicam, No entanto, o álcool não provoca a morte de milhares de neurônios, como dizem por aí.

3. Utilizamos apenas 10% do cérebro

Na verdade, utilizamos todas as partes do cérebro o tempo todo, ativando diferentes regiões para comandar as mais diversas funções que nossos organismos realizam, e existem diversos estudos que apresentaram evidências biológicas e fisiológicas que comprovam isso.

4. Ouvir música clássica nos torna mais inteligentes

Não existem evidências científicas que comprovem que expor indivíduos a longas sessões de música clássica, mais precisamente às obras de Mozart, possa torná-los mais inteligentes. Todavia, estudos apontam que a música (independente do gênero, desde que nos agrade) parece melhorar a nossa habilidade de manipular formas mentalmente.

5. O cérebro é composto apenas por neurônios

É fato que o cérebro conta com bilhões de neurônios trabalhando constantemente, mas eles representam apenas 10% do órgão mais inteligente do corpo. Os outros 90% são compostos pelas células da glia, responsáveis por proporcionar nutrição e suporte aos neurônios.

6. Lesões cerebrais são permanentes

As lesões cerebrais não são necessariamente permanentes, e este mito surgiu graças à crença de que nascemos com um número definido de neurônios. Porém, hoje sabemos que o cérebro é capaz de criar novas conexões para substituir as que foram danificadas e de reestruturar funções através de regiões cerebrais que permanecem saudáveis.

7. Cada região é responsável por uma única função

Áreas cerebrais específicas não são restritas à realização de determinadas funções. Na verdade, o cérebro é extremamente flexível, e um exemplo disso é a forma como esse órgão se reorganiza para que a região responsável pela visão passe a ser utilizada de forma a melhorar o sentido da audição em pessoas cegas.

5 Tipos de buracos negros

Nós já explicamos o básico sobre Buracos Negros, como você pode conferir clicando aqui. Esses objetos exóticos geralmente se encontram no coração das galáxias que eles habitam, e podem apresentar uma vasta variedade de formas e tamanhos. Hoje, vamos falar sobre cinco tipos desses gigantes, confira:

1 - Supermassivos

Os cientistas acreditam que no centro de quase todas as galáxias existam buracos negros gigantes com massas milhões de vezes superiores à do nosso Sol. Como exemplos há os que se encontram nos centros das galáxias NGC 3842 e NGC 4889.

Os supermassivos que existem por lá contam com massas mais de 9,5 bilhões de vezes superiores à do Sol, e seus horizontes de eventos — o ponto do qual não é mais possível escapar das garras dos buracos negros — têm uma distância equivalente a aproximadamente cinco vezes a distância entre o Sol e Plutão!


2 - Supercompactos

Chamado IGR J17091-3624, trata-se de um buraco negro com menos de três vezes a massa do nosso Sol. Teoricamente ele conta com a mínima massa necessária para ser estável. No entanto, isso não significa que ele seja menos assustador! Com ventos que podem alcançar 32 milhões de quilômetros por hora, ele é dez vezes mais rápido do que qualquer outro buraco negro de massa estelar já observado.


3 - Superantigo

O buraco negro mais antigo já descoberto se chama ULAS J1120+0641 e se formou cerca de 770 milhões de anos depois do Big Bang. Este objeto é considerado um enigma para os pesquisadores, já que eles não conseguem entender como um buraco negro com 2 bilhões de vezes a massa do nosso Sol pode ter se formado tão cedo após à grande explosão.


4 - Superesfomeados

Se os buracos negros são capazes de “engolir” tudo o que se aproxime deles, inclusive a luz, isso significa que eles também são capazes de devorar outros buracos negros. Recentemente, cientistas flagraram um desses canibais em ação. O fato ocorreu em uma galáxia chamada NGC3393, envolvendo dois objetos, um com aproximadamente 30 milhões de vezes a massa do Sol, e outro com cerca de 1 milhão vezes a massa da nossa estrela.


5 - Errantes

Quando ocorrem colisões entre galáxias, é possível que buracos negros sejam empurrados para fora delas, passando a vagar livremente pelo Universo. O primeiro objeto desse tipo a ser descoberto pelos cientistas foi batizado de SDSSJ0927+2943 e provavelmente conta com uma massa 600 milhões de vezes maior do que a do nosso Sol. Os astrônomos também acreditam que esse buraco negro se desloque com uma velocidade de 9,5 milhões de quilômetros por hora.